Livros

Este livro tem como escopo defender a concessão de plena autonomia aos grandes vendedores. Nenhuma empresa terá sucesso nessa área se pretender dirigir os passos dos seus melhores vendedores. Esse tipo de profissional não aceita coleiras. Além disso, traz um sinopse biográfica de alguns vendedores, expoentes de uma classe — importantíssima — que move o mundo e marca época.



Capa do livro que será lançado em Janeiro de 2017.
Dê um click na imagem e veja detalhes do livro no site www.CooperativadeTrabalho.com


Solidão a Mil — 400 páginas — mostra aspectos da biografia do autor, dos anos 1995 a 2010, período em que morou no Guarujá, bem como ensaios poéticos sobre amor e liberdade. O primeiro capítulo pode ser lido AQUI. O volume 002, que contempla os acontecimentos posteriores a 2010, além de ensaios filosóficos mais recentes, será lançado em Abril de 2017.


O livro Mude foi editado pela Pandabooks, tem 96 páginas ilustradas e prefácio escrito por Antonio Abujamra. Contém o poema Mude — que já foi texto de um Comercial da Fiat, feito pela agência Leo Burnett. Também já foi gravado por Pedro Bial na faixa 4 do CD Filtro Solar, lançado em 2003.



Este livro foi originalmente publicado em 1998, pela Editora Filosoft, com 160 páginas, com o título de Manual da Separação. Era o primeiro blog de papel lançado no Brasil. Foi lançado na Rádio CBN, no programa do Miguel Dias, com o inesquecível apoio do Heródoto Barbeiro. Nesta reedição, mantivemos o que antes havia, e acrescentamos 90 páginas de textos mais recentes, quase sempre provindos do meu blog Mude, e retornamos o título para Beijos no Céu da Boca. Mas, é preciso, antes de tudo, fazer uma importante ressalva: se você é uma pessoa ciumenta, poderá não gostar deste livro. Melhor nem comprar. Contudo, se algum ciumento anda te oprimindo, ou te aporrinhando, eu sugiro que você compre um exemplar e lhe faça um duplo presente: ele ficará mais saudável, e certamente mais interessante. E você até poderá tê-lo de volta ao círculo dos teus amores — e ao rol dos seres humanos.



Este livro ainda está em processo de revisão, e será lançado na Primavera de 2017, na FGV - em São Paulo. O tema principal é a defesa da supremacia da experiência sobre o salário recebido num determinado emprego ou empreendimento. O funcionário que só pensa no salário será sempre um assalariado. Porém, aquele que privilegia a experiência, será certamente um empreendedor. Bom ressaltar que, para escrever este livro, fui muito influenciado por Domenico De Masi. Basicamente isso.

Algumas frases minhas contidas nele:

Os saudáveis enlouquecem. Os outros ficam por aí, parecendo normais.
O auge de uma paixão está sempre no começo dela.
Sempre danço conforme a música. Mas, antes, escrevo a partitura.
É um desperdício imperdoável ter um grande coração — e deixar nele um único amor.
As súplicas de um coitado nunca fazem com que Deus mude o curso dos acontecimentos.
Ceder uma vez só é mais difícil do que ceder nunca.
Prefiro ser um gladiador ensanguentado a ser um boi feliz.
Rebelde que depende da mesada pra comprar seu pirulito é apenas um palhaço.
O Pico é uma delícia. Por isso todo grande amor tem que ser deixado no Pico.
Só tem uma coisa pior do que morrer: — é viver pouco.
Compreender-me não é imprescindível. Interessam-me as tuas emoções.
Sempre que possível, deixo o oponente supor que me venceu.



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A produção de resultados positivos só depende de uma determinação inteligente.



O livro mais caro do mundo chama-se O Livro das Minhas Ideias. Está sendo escrito desde 1970. Demorei quase 40 anos para escrevê-lo. Comecei aos 13, assim que li a Alegoria da Caverna, de Platão. Foi quando tive a minha primeira grande ideia formal anotada, num caderninho de capa azul. Nunca mais parei. Nunca mais parei de ter ideias. Grandes ideias. E anotá-las, mesmo que fosse em papel de pão no armazém do meu pai. Nunca mais parei. Hoje, são 400 páginas — numa edição primorosa, refinada, em papel couché de alta gramatura, impressão colorida. Impecável. Quatrocentos mil dólares. Este é o preço inicial de venda. Será publicado pela Única Editora do Brasil SA. Só para ter acesso exclusivo ao Sumário e ao Prefácio, impressos em 33 páginas, tamanho A4, capa dura, o preço é de R$ 1.000,00.
O lançamento será provavelmente na Fundação Getúlio Vargas, em Julho de 2015.

Ressalto que este livro não foi escrito para ser vendido assim, como outro qualquer. Na verdade, é um Catálogo — repleto de boas ideias para empreendimentos, com seus respectivos Planos de Negócios. Muitos já testados com sucesso. Restaurantes, Informática, Construção Civil, Serviços Terceirizados. Como aqui se trata de consultoria, dou como exemplo o seguinte: Durante dois anos fui Diretor de Estratégia da Reunidas, uma Terceirizadora de Serviços. Nesse período, essa empresa passou de menos de 900 para 2.940 funcionários! Sei como fazer crescer uma empresa. Tanto que, agora (fevereiro de 2013), um grupo de empresários está investindo numa das minhas ideias (a de número 296) para implantação em São Paulo. Trata-se de uma espetacular empresa de Apoio Operacional. Depois darei aqui os detalhes técnicos. Outra ideia, já em fase de implantação é a empresa Calçadas do Brasil — totalmente criada por mim, desde o Plano de Negócios até o Sistema de Marketing, passando até pela redação do Contrato Social de constituição.



Para quem ainda não conhece Platão:
A Alegoria da Caverna é um texto contido na "República", livro VII, onde se narra o diálogo de Sócrates com Glauco e Adimato. É um dos textos mais lidos na história da filosofia. Nele, Platão utilizou linguagem metafórica para ilustrar o quanto estamos presos a preconceitos e superstições. Basicamente, é o relato da vida de homens que nascem e vivem dentro de uma caverna e ficam voltados para o fundo dela. Ali contemplam apenas uma réstia de luz que reflete sombras no fundo da parede. E esse é o seu mundo. Porém, certa dia, um dos habitantes resolve voltar-se para o lado de fora da caverna. Assim que olha, quase fica cego devido à intensidade da luz. Mas, aos poucos, vai vislumbrando um "outro mundo", completamente diferente daquele visto no fundo da caverna. Então, volta-se para dentro para narrar esse maravilhoso fato aos seus amigos, mas estes não acreditam nele e, revoltados com a "mentira", o matam.

Com essa alegoria, Platão pretende dividir o mundo em duas realidades distintas: a sensível, que se percebe pelos sentidos, e a inteligível (o mundo das ideias). A primeira realidade é imperfeita, falsa, enquanto a segunda mostra toda a verdade possível ao homem. Portanto, o ser humano deveria procurar o mundo da verdade para atingir o bem maior para sua vida. Entretanto, a grande maioria dos seres humanos ainda hoje continua olhando para o fundo da caverna, e julgando loucos todos aqueles que olham para fora.





O site www.EdsonMarques.com anterior (com a relação dos meus livros publicados) pode ser visto aqui.