ideias

Geralmente, as pessoas perdem a vida onde supõem ganhá-la. Mas isso não acontece comigo, pois não separo meus projetos pessoais dos profissionais. A vida é uma totalidade dialética indespedaçável. Para mim, tanto faz desenhar uma parede para um projeto de revestimento cerâmico, quanto esboçar um poema de amor num guardanapo de papel. Tanto faz analisar um sistema, construir uma calçada, ou jantar com meus amores. Tanto faz. O parâmetro é o prazer. Exclusivamente, o prazer. E a beleza do resultado.



UMA PROPOSTA PARA O SISTEMA TELEFÔNICO DO BRASIL

Minha ideia é que se torne desnecessária (ou opcional) a escolha do código da operadora nas ligações telefônicas interurbanas. O próprio Sistema escolherá a operadora mais vantajosa para o usuário, considerando preço da tarifa ou promoções, tempo médio de conexão, facilidade de acesso, histórico de desempenho, viabilização de concorrência e capacitação tecnológica. Não ganhará apenas a empresa que tiver a melhor ou mais ostensiva publicidade, mas sim aquela que efetivamente mais beneficia o cliente final.

Imaginem quantos telefonemas interurbanos são feitos hoje por dia no Brasil, e a quantidade enorme de toques e dígitos que serão poupados, e a economia de tempo e de energia que se conseguirá. Além de otimizar o próprio Sistema como um todo.

Registrei essa ideia em Cartório e remeti os demais estudos ao Ministério das Comunicações e Anatel, por e-mail e mediante Carta AR.

Além disso, em julho de 2003, visando redução de custos, eu propus (publicamente) o compartilhamento das antenas retransmissoras, e de todos os demais itens (compartilháveis) das respectivas estruturas das Operadoras.


Outra ideia, também apresentada às autoridades do setor, mas (incrivelmente) desprezada: Em 2012 acrescentou-se o dígito 9 no início dos números de telefones celulares em São Paulo. Um erro. Deveria ter sido acrescentado ao final do número antigo. Facilitaria a transição, além de abrir mais 9 opções similares. E o início ficaria reservado para uso futuro em âmbito nacional, de 0 a 9. Lembro-lhes que sou analista de sistemas. Depois explico melhor essa minha ideia.




UMA SOLUÇÃO PARA O METRÔ DE SP

Ontem estive no Metrô São Bento e depois na estação da Sé. Verificando como criarei o projeto dos mecanismos especiais para resolver a questão dos vãos entre o trem e a plataforma. Tenho que descer na via para fotografar o local, e para isso preciso solicitar autorização à Diretoria do Metrô. Como se vê, além de tomar vinho, fazer amor e escrever poesias eu também encontro tempo para intervir nas cidades onde moro. Logo mais publico aqui o resultado.

Para diminuir o espaço entre o vagão e a plataforma, bastaria ajustar a posição dos trilhos. Porém, a Estação São Bento foi construída numa curva da linha. E o buraco (entre a plataforma e o vagão) chega a ter quase vinte centímetros de largura! Um grave erro de engenharia. Como já se passaram vinte anos e ninguém resolveu esse problema, apresentei minha sugestão: uma mini-plataforma retrátil fixada na borda da plataforma atual (uma espécie de gaveta metálica), e acionada simultaneamente à abertura das portas do trem. Simples e funcional.




PROJETO PARA UMA ESCOLA DE MUDANÇAS

Tem uma coisa muito boa que eu quero te contar: em dezembro de 2015 pretendo abrir, talvez aqui no Guarujá, uma deliciosa filial histórica dos Jardins de Epicuro
— que será um Centro de meditação, dança, discussões filosóficas, degustação de vinho e demais porraloquices do gênero. Eu te convidarei.




UM PROJETO CULTURAL REVOLUCIONÁRIO

Minha ideia básica é que todo produto comercializado no Brasil deverá ter em sua embalagem espaço destinado a mensagens culturais. Uma frase, um conceito, o significado de um termo, fatos históricos, noções de higiene e saúde, reprodução de quadros, a tabuada do sete, resumos de biografias, pedaços de romances, poesias. Informações educativas em todos os produtos: de rótulos de cerveja a caixas de sabão em pó; de bulas de remédio a cardápios e canetas; de frascos de xampu a sacolas de mercado; de embalagens de sorvete a saquinhos de pipoca; de pacotes de café a bilhetes do metrô. Cultura, cultura, cultura! Inclusive nos comerciais de tv, rádio e jornal. Talvez até mesmo nas cédulas de real. Com isso, depois de alguns anos, o nível de cultura média do povo brasileiro estará certamente mais alto.

Os idiotas vão dizer que é um projeto fascista, os analfabetos não ficarão satisfeitos, a esquerda vai reagir babando de raiva, empresários vão reclamar, agências de publicidade não gostarão — mas o resultado a longo prazo será sociologicamente positivo e historicamente marcante.

Este Projeto é a minha ideia 076 — já encaminhado oficialmente à Câmara dos Deputados.




MEU PROJETO PARA ALTERAR A LEI DAS CALÇADAS DE SÃO PAULO

Estou encaminhando à Câmara Municipal e à Prefeitura de São Paulo (com cópia a todas as subprefeituras) um Projeto Especial de Alteração da Lei 15.442/11 (conhecida como Lei das Calçadas), promulgada a partir do Projeto de Lei 409/10 do então Vereador Domingos Dissei (DEM). Meu texto foi escrito com dois propósitos principais: primeiro, condicionar a multa (de R$ 300,00 por metro linear) à geografia e à capacidade contributiva do usuário, pois, equalizar valores de aplicação entre, por exemplo, Jardim São Luís e Higienópolis, é uma injustiça deselegante. Segundo, há na atual Lei alguns aspectos físicos e arquitetônicos de construção que contém erros. Proponho corrigi-los. Logo mais publicarei aqui o texto completo. Veja a atual Cartilha. E uma crítica da minha querida Raquel Rolnik, professora da FAU-USP. A propósito, criei uma empresa que se chama Calçadas do Brasil SA, e que já está no mercado, com mais uma história de sucesso. Ideias flexíveis sempre se concretizam.



OUTRAS IDEIAS

Em 1978, eu inventei o espelho retrovisor retrátil para automóveis, que seria acionado assim que desligamos a chave do contato. Mais tarde, imaginei o botão do rádio, do ar condicionado e dos vidros, bem como travas das portas, no próprio volante. Estive duas vezes na Volkswagem e na Ford, em São Bernardo do Campo, onde apresentei esses projetos. Disseram não se interessar por eles. Depois, com base naquilo que eu já havia pensado na cozinha do nosso restaurante, criei o acendedor automático para fogão a gás, que seria acionado ao se apertar (ou girar) o botão do respectivo do bocal da chama. Fui à empresa Arno, cuja fábrica era no Ipiranga e então fazia fogões, e também não se interessaram por minha ideia. Disseram-me, absurdamente, que isso seria perigoso. Inventei uma caneca de pressão, para ferver água rapidamente e com baixo consumo de energia, com características quase idênticas às da panela de pressão. Também inventei (em 2002) algo eletrônico relacionado a jogos de futebol e outros esportes (que não vou publicar aqui pois está em fase de registro no INPI). Com ajuda de Joyce Ann, em 1999, inventei o telefone celular acoplado ao notebook, destacável, para quando quisermos sair mais leves (ainda não copiado por ninguém). E Joyce Ann, em dezembro de 2000, enquanto tomávamos sorvete num hotel de Ubatuba, também teve a ideia de um despertador digital sem fio, com fone de ouvido à distância. E nós dois ainda criamos um extraordinário coador de macarrão, e um regador de plantas com tríplice função. Ainda temos esses desenhos todos, guardados. Como se vê, eu e ela formávamos — e ainda somos — uma dupla criativa.



TÚMULO ONLINE

Hoje (13.09.2012) eu tive a ideia 257. Vou instalar uma câmera de vídeo no túmulo do meu irmão Paulo. Quero poder olhar a situação do imóvel. Se as flores estão bem cuidadas, se a pintura não descascou, e se a cerâmica que desenhei ficou boa. Quero poder visitar o túmulo dele certas manhãs, não importa onde esteja. Como eu não dou ponto sem nó, isso vai ter alguma consequência. Criarei uma empresa-conceito que cuidará desse segmento de mercado. Depois eu conto detalhes.



UMA NOVA CONSTRUTORA

Quando vejo uma foto como esta, da Opera de Sydney, ou do Guggenheim Bilbao, ou do Museu de Niterói, fico maravilhado com tanta genialidade. Por isso que que farei logo mais uma pós-graduação em Arquitetura. Enquanto isso, além de ter sido o Diretor de Arte da Nortesul, vou ajudar na criação de uma nova construtora — onde poderei exercitar minhas novas loucuras arquitetônicas.


Vai se chamar Primeira Construtora do Brasil. Foi criada oficialmente em 01 de Outubro de 2013. Será especializada em revestimento cerâmico, para dar continuidade ao que já fiz na NorteSul. Mas meu primeiro projeto pessoal sera construir uma casa maluca num terreno em declive. Já desenhei essa ideia em papel. Logo mais eu a publico aqui.

Mas, o meu melhor e mais genial projeto é a ideia 152. Talvez só superado pela ideia 205.




Quando me perguntam o que sou e o que faço digo apenas que sou um Criador. Tenho ideias, muitas, sobre vários temas, todo dia. Projetos, sonhos, invenções. Planos loucos, inclinados, geniais. Alguns são colocados em pedaços de papel, outros vivem no meu próprio coração. Muitos viram poemas, livros, amores, empresas, relações. Meu primeiro amor foi Marina, aos sete anos. Mas meu primeiro empreendimento foi na área de calçados, também aos sete anos. Depois, a AJAN — Aliança Juvenil dos Amantes da Natureza — foi considerada subversiva pelos militares, que a fecharam. O meu time de futebol durou só dois anos, pois concluí que era melhor ser o craque do time do que ser apenas o dono. O Restaurante (Churrascaria Fronteira), aos dezesseis, em cuja construção aprendi com meu pai a beleza do piso cerâmico em diagonal, continua funcionando até hoje. O terceiro projeto comercial, aos 22 anos, virou minha primeira empresa — que abandonei de modo romântico e poético como se pode ler dando um click na imagem acima. O quarto projeto, criado em 1994, chamado Liberdata, uma empresa de sistemas, ainda está no ar, criando sites, etc. Em 1996 fundei a OfficeAll, um escritório diferenciado de consultoria, que funciona na Avenida Francisco Matarazzo, SP. Entre 1999 e 2002 fui consultor intelectual em Cooperativas de Trabalho (na Reunidas fui Diretor de Estratégias e na CooperÚnica, Diretor-Presidente). A Máquina de Vendas, criada em 2002, vai de vento em popa. A UCB, uma construtora voltada para revestimentos cerâmicos Portobello, foi criada em 2006 com minha consultoria. Em 2010, comecei a montar o projeto de uma nova construtora — PCB — que só agora em julho de 2013 vai ter seu início formal. Um pouco antes disso, eu e Joyce Ann abriremos a Portobellissimo. Atualmente, estou montando uma empresa-conceito, que ainda não tem registro na Junta Comercial, mas que chamo de Ideia 152. Acabo de criar e (juntamente com três sócios) estou abrindo (fevereiro 2013) uma empresa de Apoio Operacional em SP. Até o final deste ano formalizarei mais uns três ou quatro projetos, sendo que o mais ousado deles (e o mais criativo, do meu ponto de vista) é a Ideia 205. A propósito: hoje (12.01.13) já estou na ideia 299. A empresa Calçadas do Brasil (que será uma Sociedade Anônima dentro de dois anos) está funcionando oficialmente desde setembro de 2013. No meio disso tudo, casei-me cinco ou seis vezes, mas continuo solteiro, sem filhos — e completamente livre. Entrei na USP quatro vezes, publiquei sete ou oito livros e estou escrevendo outros tantos. Também escrevi o texto para o Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett. E edito o blog Mude, onde escrevo alguma coisa todo dia. Além disso, gosto de vinho, sei cozinhar, salto profundo e faço café...

Empregos formais eu só tive dois em toda minha vida. O primeiro, aos dezoito, como Auxiliar de Custos, na Protin, em SP. Um emprego ao qual concorri e ganhei mediante aposta que envolvia matemática, e que depois relutei em aceitar, pois já estava na Filosofia da USP. Seis meses depois, entretanto, fui promovido a Programador de Computadores, e depois Gerente de Processamento de Dados. Fiquei quatro anos... Saí para aprender cinema na Revela, pois tinha entrado na ECA-USP. Em seguida, e por acaso, fui ser Gerente de Informática na ITEL, empresa da família Mascheretti, cujos três irmãos (Gian, Renato e Marco) me influenciaram profundamente com seu estilo de vida e com sua inteligência brilhante — e a quem devo muito do que agora sou. Entre outras coisas, foram eles que me ajudaram a criar a Liberdata.

Afinal, eu já escrevi um poema chamado Mude, e já vendi serviços especiais para a Scania do Brasil e para a SKF. Já inventei um apito, criei algumas empresas e desenhei uma casa (que ainda nem fiz). Já escrevi sistemas em Assembler e Cobol, e já marquei gol de bicicleta. E já conquistei o coraçãozinho palpitante de uma menina delicada, inocente, duplamente maravilhosa, que se chama Joyce Ann. Como se pode concluir — eu não tenho limites... Sou capaz de qualquer coisa.

Mas eu às vezes me defino como um Analista de Circunstâncias. Um Vendedor de Ideias. Ou, melhor: um Vendedor de Imaginação...

Na Filosofia e na faculdade de Direito (três anos no Largo São Francisco) eu sempre me defini como indefinível. Porém, depois, ao estudar computação e me tornar um analista de sistemas, senti que essa expressão também me era imprópria, pois meu universo se expandiu, e comecei a supor que eu era um "analista de circunstâncias". Com o tempo, virei um Criador de Conceitos — e era exatamente isso que dizia o meu cartão de visitas. Acontece que eu sempre mudo. Aliás, como diz o meu poema: Só o que está morto não muda. Então, e por isso mesmo, eu hoje passo a definir-me como um Descobridor de Competências. Mais tarde eu volto aqui para explicar esse conceito.



Depois eu conto alguns dos meus outros projetos. Mas agora estou aqui, pensando no padrão do teclado dos atuais computadores. Por que manter sua arquitetura baseada na velha máquina de escrever? Por que não criar algo mais funcional, operacionalmente mais lógico e prático, com as teclas reproduzindo a sequência do alfabeto? Vou projetar algo mais racional.



Certas pessoas (filósofos, cientistas, astrônomos, biólogos, físicos, químicos, teólogos, etc.) criam sistemas, compostos de teorias pretensamente bem elaboradas e bem estruturadas, visando descobrir ou explicar, dentro de cada um desses respectivos sistemas filosóficos ou científicos, as causas, o funcionamento e as eventuais consequências de alguns fenômenos da natureza. Da natureza, do espírito ou do corpo humano, tanto faz. Vale para uma galáxia, e vale para um átomo. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma racional de propor explicações que não seja por meio de uma estrutura verbal composta de palavras e fórmulas. Foi o que fizeram os gregos, os hindus e os apaches quando criaram as suas mitologias. Foi o que fez Einstein ao criar a Teoria da Relatividade Geral, foi o que fez Platão ao escrever a Alegoria da Caverna para explicar como percebemos a realidade, foi o que fez Newton ao descobrir a Lei da Gravitação Universal. Cada um escreve como supõe que o fato ocorre, como acha que a coisa é. Isso vale para explicar a função dos elétrons na Mecânica Quântica, a suposta existência dos Buracos Negros, a trajetória de um míssil, o comportamento de uma célula cardíaca, a fecundação de um jasmim, e até mesmo a criação do Mundo. E este é o ponto que eu quero aqui discutir. Quero não apenas explicar — mas primeiramente entender as respectivas teorias, respeitando-lhes as abrangências e os limites. Ou seja, eu quero entender como é que as teorias são construídas, e como é que se sustentam.

Vamos, por exemplo, à criação do Mundo.

Só há duas formas de montarmos uma explicação aproximada e de algum modo aceitável: Ou por meio de uma Cosmologia, ou por meio de uma Cosmogonia. (Explicar tal diferença em texto à parte). Ambas pretendem explicar como as coisas se deram no início. Os cientistas preferem a primeira; os religiosos, a segunda.

Tanto os físicos quanto os pastores, ao teorizarem sobre suas visões da questão, se tornam, de certa maneira, filósofos. Tanto os cientistas quanto os teólogos usam da Filosofia para criar suas teorias, ou para defender seus pontos de vista. Porém, quanto mais criteriosa e rigorosa for uma determinada explicação, quanto mais fundamentação lógica e racional tiver — mais respeitável será a respectiva teoria.

Parte de texto que está no meu livro Teoria do Acaso – página 348.

www.EdsonMarques.com

Escrevendo na cama, às 07h11 deste sábado, 10.12.11. SP. Pensando na vida e na linha que vou dar a esse texto.





Hoje é dia 13.01.13 e acabo de ter minha ideia 301. Será um filho. Muitos talvez se espantem com o fato, completamente inusitado, de que pretendo escrever um Plano Estratégico para gerar e criar essa criança. Porém, desde já me explico: se até para criar uma empresa eu faço um plano, por que não o faria para ter um filho — que é algo muito mais importante do que uma empresa?!




Hoje, dia 10 de março de 2013, enquanto tomava café, eu tive a minha ideia 360. Depois explico o que ela vai significar na minha vida — e na das pessoas envolvidas.



Em 13 de agosto de 2013 já estou na ideia 392. Dia desses crio um link para a página onde as relaciono.

Em 13 de julho de 2014, tive a ideia 420. Todas documentadas, uma a uma.

Nem todas eu relaciono aqui. Mas hoje (08.01.2015) tive minha ideia 441. Câmera mobilink.

Hoje (21.02.2015) eu tive a ideia 450. Um tabuleiro de xadrez tradicional, mas com recursos digitais embarcados. Diferente de tudo o que já existe na área. Perfeição aprimorada. Já preparando detalhes técnicos para documentação visando registro no INPI. Minha pretensão é que seja adotado pela FIDE dentro de dois ou três anos, para torneios oficiais.



Minha ideia 460 é do dia 19.05.2015: a empresa Federal Serviços (já registrei o nome por extenso em domínio próprio e já mandei fazer o site). Contrato social escrito para abertura imediata na Junta Comercial. Mais uma empresa revolucionária no setor de serviços. Mais detalhes aqui, por volta de março de 2016.



Hoje, 21.05.2015, tive a ideia 461: Tampa para fogões, com abertura e fechamento automático. Para fogões de piso serão tampas diferentes: uma "levadiça" (em vidro temperado ou aço escovado/polido) e outra "embutida na lateral do fogão", flexível, em forma de corrente. Para Cooktop, a ideia será diferente, e ainda a estou refinando. Talvez eu junte com essa a ideia de acendimento controlado e automático que já dei (vide acima) à Arno (na época em que essa empresa também fabricava fogões). Como tudo isso será registrado no INPI, detalhes são confidenciais.




Eu não publico aqui todas as minhas ideias até por uma questão de segurança dos direitos autorais. Mas, apenas para registro, a ideia 500 eu a tive no dia 05.12.2015, e a chamei de Reversão Alternada em Restaurantes. Dentro de 60 dias vamos implantá-la, experimentalmente, na Churrascaria Estrela Gaúcha, em São Paulo. Em fevereiro de 2016 publicarei aqui o andamento do processo.


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