18.9.18

Ultrapassando Limites

Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.

/// Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

/// Só o que está morto não muda.


 Mude a Vida

ALGUMAS PERGUNTAS

Quantas vezes você hoje meditou sobre a Vida?
Quantos minutos você hoje caminhou livremente?
Quanto tempo hoje você acariciou um corpo humano?
Quais os alimentos saudáveis que você vai comer?
Tem seguido o que te pede o teu próprio coração?
Quanta gostosura existe nos teus atuais relacionamentos?
Quais são as coisas novas que você aprendeu hoje?
Quantas pessoas você hoje abraçou de verdade?
Quantos livros você está lendo?
Quando foi o teu último grande êxtase?

Quantas vezes hoje você pensou no Amor?
Quantas vezes você hoje abençoou uma criança?
Quanto de prazer e de alegria o teu trabalho proporciona?
Hoje, quais as coisas maravilhosas que você vai criar?
Como vai a liberdade dos teus amores?
Terá tempo de contemplar a lua e as estrelas?
Tem olhado os pássaros do céu e os lírios do campo?
Como anda o teu Planejamento Estratégico Pessoal?
Quantos anos você supõe que ainda vai viver?
Como vai a tua própria Liberdade?
Quais são os teus Sonhos?
O que é que você quer da Vida?





A escrita é o código do Verbo. A roda do vinho faz tudo girar. Depois de dois ou três copos minha voz Vitalina, e realiza sinapses verbais. Ideias escorrem pelas pontas dos meus dedos falantes. Eu começo a desenhar flores e planos nos guardanapos do boteco divino, enquanto as delícias dançam no meu próprio coração. Meu peito entusiasmado, pleno de espírito, quase explode de alegria. Trilhões de átomos já estão se reunindo, sonho a dentro e mundo afora, desde hoje, para que eu os encontre em forma de estrelas e corpos em dezembro do ano que veio. E é por isso também que eu escrevo declarações de amor a Deus nesta noite açucarada. A roda da vida faz tudo girar. O oxigênio que eu tomo deve ser redondo, e o Universo — também.



Sem fome, sem sono, sem culpa, sem dor. Sem pressa, sem apego, sem pressões. Sem esperas, sem cobranças, sem promessas. Sem medo e sem controle, sem ódio e sem juízo. Sem maldade — e sensível. Sentindo-me eterno no transitório. Buscando equilíbrio no instável, no incerto. Amado com delícia e liberdade, e amando com grandeza e ousadia. Passageiro numa viagem sem destino, percorrendo caminhos ainda não trilhados. Cada vez mais fascinado e encantado com os novos horizontes que se abrem. Adorando as surpresas no momento em que acontecem, e vivendo a primavera em qualquer das estações. Quebrando as barreiras, de modo irreversível.

Ultrapassando limites...

Encontrando a essência de cada coisa nela mesma. Compreendendo as razões também daqueles que não conseguem me compreender. Vivendo o mais profundo, o mais criativo, o mais sensual, o mais inocente e o mais sagrado período da minha vida. Sugando a doçura de todas as coisas... Vivendo as maiores e melhores paixões da minha vida, e vibrando com tudo que me toca. Sentindo-me a cada momento como se Deus me cobrisse de glórias, de flores e estrelas. Dançando nas minhas próprias e nas tuas emoções. Inundado de carinho e gratidão. Com a cabeça nas nuvens — e o coração no infinito.

Portanto, o que mais posso eu querer da vida, além de amores livres e brilhantes, crepúsculos cor de abóbora na praia que eu prefiro, óleo de amêndoas doces, um buquê de rosas brancas e vermelhas, duas ou três taças de vinho transbordantes, muita liberdade, alegria, saúde, poesia, gostosura — e tempo livre para viver tudo isso?

O que mais posso eu querer da vida?!



 Liberdata Brasil




DO QUE EU PRECISO

Houve um tempo em que eu precisava de uma casa enorme para guardar tudo aquilo que eu supunha indispensável. Depois, as coisas que me pareciam muito importantes cabiam numa sala pequena. Mais tarde, essas coisas "extremamente importantes" passaram a caber num armário de tamanho médio no quarto do fundo. Bem depois, coloquei tudo aquilo que ainda considerava "muito importante" no porta-malas de um conversível preto — e saí pelo mundo. Andei, rodei, tomei sol e chuva, ar e vento, tomei vinho consagrado, brisas e tormentas, tomei fôlego, amei com a liberdade mais absoluta — e fui me despojando ainda mais. Tanto, que hoje, cheio de amor e pleno de mim, vejo que todas as coisas verdadeiramente importantes cabem dentro de uma calça jeans e de uma camiseta branca de algodão gostoso que agora me descobrem.

Portanto, está na hora de viajar de novo, no mesmo conversível preto...

Guarujá. 23.09.2018.

3.3.13

Calçadas do Brasil S.A.

Em seus processos de raciocínio, as grandes inteligências acabam considerando sempre duas ou mais visões de uma determinada questão — visões que podem ser diferentes, divergentes, contrastantes, complementares ou até mesmo antagônicas entre si — e então as analisam uma a uma ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea, sem preferir nenhuma delas — até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente. Esse método geralmente conduz à verdade e ao sucesso.

Esquematicamente, podemos dizer que dessa relação entre tese e antítese nasce a síntese. Que, por sua vez, passa a ser uma nova tese. E assim por diante. Então, viva Sócrates — em todos os sentidos!

Foto que fiz enquanto dirigia, na Castelo Branco, em maio 2018. Original, sem recorte.

 Calçadas do Brasil
 Desenhei esses canteiros para o Condomínio Ouro Preto - São Paulo.

A concepção estética da jardinagem é minha e da Cravo Rosa. Nov/2017.


Planejamento cuidadoso, disciplina absoluta e flexibilidade conceitual. Sócios brilhantes, capital de sobra, e um excelente sistema de informações. Marketing eficiente, prospecção de mercado, captação de clientes, competência operacional, e boa estrutura administrativa. Comunicação constante. Parceiros confiáveis. Ampla terceirização. E uma rotina de pós-venda de primeira classe. Eis os fundamentos para o sucesso de uma empresa que certamente será grande. 

E assim estou criando as minhas próximas: 








Antonio Abujamra continua vivo. Veja genial interpretação que ele fez do meu Poema Mude.



Quando é preciso resolver uma determinada questão, e ao contrário de outros analistas e consultores, eu inicialmente foco no problema. Apenas no problema. Na solução — só depois. Esse método vale para resolver questões científicas, jurídicas, técnicas, ou, especialmente, de negócios. Eu parto do princípio de que só depois de ter detectado, avaliado e analisado profundamente o problema é que podemos pensar na respectiva solução. Afinal, suponho que propor soluções sem antes ter compreendido as causas imediatas e remotas, as implicações e os fundamentos de um problema — é um absurdo. Formado em Lógica, meu método é este. E tenho tido sucesso nesse aspecto, exatamente por isso.





Meu Louco e Adorável Bisavô Luiz Marques.


O Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett

Texto: meu poema Mude.



Como eu já disse lá no início, as grandes inteligências conseguem considerar duas ou mais visões diferentes, contrastantes — ou até contraditórias — de uma mesma questão, analisá-las ambas ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea — e não preferir nenhuma delas até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente. Fora disso é chute. 


Mas é preciso termos em conta que existem problemas que não são o que parecem — assim como existem outros que já não são o que um dia foram.





Quarenta Coisas Pra Fazer em 2018.


Meu poema Mude — com interpretação de Antonio Abujamra e música de Tim Maia.

Espero que você concorde comigo, agora, da mesma forma que você espera que seus clientes concordem com você e com teus argumentos de venda. Nesse aspecto, somos iguais. Temos um propósito comum. Se eu não conseguir te convencer de que meus argumentos são bons, não faremos negócio. Igualmente, você: se teus clientes em potencial não vislumbrarem vantagens competitivas, ética e competência nas propostas da sua empresa, não comprarão seus serviços nem seus produtos.

Tudo está interligado.

Eu não quero ser — e jamais serei — teu concorrente. Eu quero ser uma espécie de terapeuta comercial da tua empresa. Que tem muitos pontos fortes, certamente, mas que tem também alguns pontos de fraqueza, algumas deficiências. Não decorrentes dos seus planos, mas acidentais. Imprevistos que ocorrem em todo tipo de empresa. Fora da curva. Fora dos planos. Mas que interferem de modo negativo no sistema do negócio. Fazem perder clientes, ou, no mínimo, deixam alguns clientes não completamente satisfeitos. O que eu quero te dizer é mais ou menos isso.

Além do mais, estou profundamente envolvido na criação de algo que chamarei de O Grande Argumento. Para quê, você pode perguntar. Ora, para conquistar o coração de um grande amor, para vender um cacho de bananas ou para comprar uma empresa — tanto faz! Ou seja, um discurso racional fulminante para vencer objeções. A "fórmula mágica" para vencer objeções. O Grande Argumento.




Dentre as minhas atuais atividades filosóficas está a criação de um novo Método de Vendas — baseado na ideia 345 — cujo fundamento é a junção dialética de três ou mais sistemas operacionais simétricos interdependentes. O nome é Vendas Intercontratuais. Detalhes serão logo mais publicados no site www.MaquinadeVendas.com.



Nas relações que mantemos ao longo da Vida, são quatro as Questões Fundamentais:

1. O que sou.
2. O que posso saber.
3. O que devo fazer com aquilo que sei.
4. E quais as consequências do que sou, do que sei, e do que faço.

Se ainda não soubermos as respostas a essas questões — nem as estamos procurando de modo racional, com muita determinação e disciplina — é provável que estejamos simplesmente desperdiçando nosso potencial infinito enquanto seres humanos. E suponho que isso valha também para nossos empreendimentos e demais atividades profissionais.



Com base nos Projetos de Consultoria EMc3, criamos uma empresa-conceito chamada TEMPO — com base na minha ideia 234. Isto vai envolver a contratação de alguns dos cérebros mais brilhantes para que sejam nossos parceiros nos principais projetos.

Tudo que existe no mundo — existe duas vezes: primeiro, na cabeça do Criador. Toda mudança tem que antes ser sonhada. A realidade só se transforma de verdade, na prática, depois que transformou-se em teoria. Primeiro no cérebro — depois, no mundo. Sem sonho e sem loucura inteligente, nada de concreto se produz. Nem sorvete, nem avião, computador, arranha-céu. Nem igreja, nem poesia, nem romance, nem Calçadas do Brasil. Os inventores, os poetas, os artistas, os cantores, e os sonhadores empreendedores, são todos visionários. Einstein, Leonardo da Vinci, Picasso, Buda, Galileu, John Lennon, Neruda, Niemeyer e o dono do boteco ali da esquina: um bando de malucos. Se dependesse apenas dos normais, ainda andaríamos de carroça. Talvez nem mesmo de carroça, pois a roda foi criada por um louco... Sem fantasia e liberdade não se encanta o cotidiano. A imaginação descontrolada é que dá cor e vida ao mundo. Por isso é que a Loucura criativa é tão necessária, tão desejada — e ao mesmo tempo tão temida.


DesaFiat


Para fazer meus clientes crescerem eu aplico a Sequência Fibonacci aos respectivos Planos de Negócios.

Calçadas do Brasil SA. Meu mais novo Projeto. Interligado à Primeira Construtora do Brasil. Um Sucesso!




Quando me perguntam o que sou e o que faço digo apenas que sou um Criador. Tenho ideias, muitas, sobre vários temas, todo dia. Projetos, sonhos, invenções. Planos loucos, inclinados, geniais. Alguns são colocados em pedaços de papel, outros vivem no meu próprio coração. Muitos viram poemas, livros, amores, empresas, relações. Meu primeiro amor foi Marina, aos sete anos. Mas meu primeiro empreendimento foi na área de calçados, também aos sete anos. Depois, a AJAN — Aliança Juvenil dos Amantes da Natureza — foi considerada subversiva pelos militares, que a fecharam. O meu time de futebol durou só dois anos, pois concluí que era melhor ser o craque do time do que ser apenas o dono. O Restaurante, aos dezesseis, em cuja construção aprendi com meu pai a beleza do piso cerâmico em diagonal, continua funcionando até hoje. O terceiro projeto comercial, aos 22 anos, virou minha primeira empresa — que abandonei de modo romântico e poético como se pode ler dando um click na imagem acima. O quarto projeto, criado em 1994, chamado Liberdata, uma empresa de sistemas, ainda está no ar, criando sites, etc. Em 1996 fundei a OfficeAll, um escritório diferenciado de consultoria, que funciona na Avenida Francisco Matarazzo, SP. Entre 1999 e 2002 fui consultor intelectual em Cooperativas de Trabalho (na Reunidas fui Diretor de Estratégias e na CooperÚnica, Diretor-Presidente). A Máquina de Vendas, criada em 2002, vai de vento em popa. A UCB, uma construtora voltada para revestimentos cerâmicos Portobello, foi criada em 2006 com minha consultoria. Em 2010, comecei a montar o projeto de uma nova construtora — PCB — que só em Dezembro de 2013 vai ter seu início formal. Um pouco antes disso, eu e Joyce Ann abriremos a Portobellissimo. Atualmente, estou montando uma empresa-conceito, que ainda não tem registro na Junta Comercial, mas que chamo de Ideia 152. Em maio de 2013 criei (e já está funcionando a pleno vapor) a Calçadas do Brasil. Também criei e (juntamente com dois sócios) estou abrindo (Dezembro 2013) uma empresa de Apoio Operacional em SP. Até o final deste ano formalizarei mais uns três ou quatro projetos, sendo que o mais ousado deles (e o mais criativo, do meu ponto de vista) é a Ideia 205. A propósito: já estou na ideia 299. No meio disso tudo, casei-me cinco ou seis vezes, mas continuo solteiro, sem filhos — e completamente livre. Entrei na USP quatro vezes, publiquei sete ou oito livros e estou escrevendo outros tantos. Também escrevi o texto para o Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett. E edito o blog Mude, onde escrevo alguma coisa todo dia. Além disso, gosto de vinho, sei cozinhar, salto profundo e faço café...

Empregos formais eu só tive dois em toda minha vida. O primeiro, aos dezoito, como Auxiliar de Custos, na Protin, em SP. Um emprego ao qual concorri e ganhei mediante aposta que envolvia matemática, e que depois relutei em aceitar, pois já estava na Filosofia da USP. Seis meses depois, entretanto, fui promovido a Programador de Computadores, e depois Gerente de Processamento de Dados. Fiquei quatro anos... Saí para aprender cinema na Revela, pois tinha entrado na ECA-USP. Em seguida, e por acaso, fui ser Gerente de Informática na ITEL, empresa da família Mascheretti, cujos três irmãos (Gian, Renato e Marco) me influenciaram profundamente com seu estilo de vida e com sua inteligência brilhante — e a quem devo muito do que agora sou. Entre outras coisas, foram eles que me ajudaram a criar a Liberdata.

Afinal, eu já escrevi um poema chamado Mude, e já vendi serviços especiais para a Scania do Brasil e para a SKF. Já inventei um apito, criei algumas empresas e desenhei uma casa (que ainda nem fiz). Já escrevi sistemas em Assembler e Cobol, e já marquei gol de bicicleta. E já conquistei o coraçãozinho palpitante de uma menina delicada, inocente, duplamente maravilhosa, que se chama Joyce Ann. Como se pode concluir — eu não tenho limites... Sou capaz de qualquer coisa.

Mas eu às vezes me defino como um Analista de Circunstâncias. Um Vendedor de Ideias. Ou, melhor: um Vendedor de Imaginação...

Na Filosofia e na faculdade de Direito (três anos no Largo São Francisco) eu sempre me defini como indefinível. Porém, depois, ao estudar computação e me tornar um analista de sistemas, senti que essa expressão também me era imprópria, pois meu universo se expandiu, e comecei a supor que eu era um "analista de circunstâncias". Com o tempo, virei um Criador de Conceitos — e era exatamente isso que dizia o meu cartão de visitas. Acontece que eu sempre mudo. Aliás, como diz o meu poema: Só o que está morto não muda. Então, e por isso mesmo, eu hoje passo a definir-me como um Descobridor de Competências. Mais tarde eu volto aqui para explicar esse conceito.


Certas pessoas (filósofos, cientistas, astrônomos, biólogos, físicos, químicos, teólogos, etc.) criam sistemas, compostos de teorias pretensamente bem elaboradas e bem estruturadas, visando descobrir ou explicar, dentro de cada um desses respectivos sistemas filosóficos ou científicos, as causas, o funcionamento e as eventuais conseqüências de alguns fenômenos da natureza. Da natureza, do espírito ou do corpo humano, tanto faz. Vale para uma galáxia, e vale para um átomo. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma racional de propor explicações que não seja por meio de uma estrutura verbal composta de palavras e fórmulas. Foi o que fez Einstein ao criar a Teoria da Relatividade Geral, foi o que fez Platão ao escrever o Mito da Caverna para explicar como percebemos a realidade, foi o que fez Newton ao descobrir a Lei da Gravitação Universal. Cada um escreve como supõe que o fato ocorre, como acha que a coisa é. Isso vale para explicar a função dos elétrons na Mecânica Quântica, o comportamento de uma célula cardíaca, a fecundação de um jasmim, e até mesmo a criação do Mundo. E este é o ponto que quero aqui discutir. Quero não explicar, mas entender as respectivas teorias, respeitando-lhes as abrangências e os limites. Ou seja, eu quero entender como é que as teorias são construídas, e como é que se sustentam.

Vamos, por exemplo, à criação do Mundo. Só há duas formas de montarmos uma explicação: por meio de uma Cosmologia, ou por meio de uma Cosmogonia. Ambas pretendem explicar como as coisas se deram no início. Tanto os físicos quanto os pastores, por exemplo, a partir desse princípio e nesta perspectiva, são filósofos. Tanto os cientistas quanto os teólogos usam da Filosofia para criar suas teorias, ou para defender seus pontos de vista. Quanto mais criteriosa e rigorosa for a explicação, mais respeitável será a respectiva teoria.

Preciso ainda ampliar essa questão e definir a linha que vou dar a esse texto.
Edson. Madrugada Neon de 03.11.13. 03h48. PNMMENJA. São Paulo.



Inspirado por Deus e por Gaudí, desenhei o revestimento Portobello deste prédio SV. Detalhes aqui






Este livro tem como escopo defender a concessão de plena autonomia aos grandes vendedores. Nenhuma empresa terá sucesso nessa área se pretender dirigir os passos dos seus melhores vendedores. Esse tipo de profissional não aceita coleiras. Além disso, traz um sinopse biográfica de alguns vendedores, expoentes de uma classe — importantíssima — que move o mundo e marca época.



Capa do livro que será lançado em Dezembro de 2018.
Dê um click na imagem e veja detalhes do livro no site www.CooperativadeTrabalho.com


Solidão a Mil — 400 páginas — mostra aspectos da biografia do autor, dos anos 1995 a 2010, período em que morou no Guarujá, bem como ensaios poéticos sobre amor e liberdade. O primeiro capítulo pode ser lido AQUI. O volume 002, que contempla os acontecimentos posteriores a 2010, além de ensaios filosóficos mais recentes, será lançado em Outubro de 2018.


O livro Mude foi editado pela Pandabooks, tem 96 páginas ilustradas e prefácio escrito por Antonio Abujamra. Contém o poema Mude — que já foi texto de um Comercial da Fiat, feito pela agência Leo Burnett. Também já foi gravado por Pedro Bial na faixa 4 do CD Filtro Solar, lançado em 2003.



Este livro foi originalmente publicado em 1998, pela Editora Filosoft, com 160 páginas, com o título de Manual da Separação. Era o primeiro blog de papel lançado no Brasil. Foi lançado na Rádio CBN, no programa do Miguel Dias, com o inesquecível apoio do Heródoto Barbeiro. Nesta reedição, mantivemos o que antes havia, e acrescentamos 90 páginas de textos mais recentes, quase sempre provindos do meu blog Mude, e retornamos o título para Beijos no Céu da Boca. Mas, é preciso, antes de tudo, fazer uma importante ressalva: se você é uma pessoa ciumenta, poderá não gostar deste livro. Melhor nem comprar. Contudo, se algum ciumento anda te oprimindo, ou te aporrinhando, eu sugiro que você compre um exemplar e lhe faça um duplo presente: ele ficará mais saudável, e certamente mais interessante. E você até poderá tê-lo de volta ao círculo dos teus amores — e ao rol dos seres humanos.



Este livro ainda está em processo de revisão, e será lançado na Primavera de 2018, na FGV - em São Paulo. O tema principal é a defesa da supremacia da experiência sobre o salário recebido num determinado emprego ou empreendimento. O funcionário que só pensa no salário será sempre um assalariado. Porém, aquele que privilegia a experiência, será certamente um empreendedor. Bom ressaltar que, para escrever este livro, fui muito influenciado por Domenico De Masi. Basicamente isso.

Algumas frases minhas contidas nele:

Os saudáveis enlouquecem. Os outros ficam por aí, parecendo normais.
O auge de uma paixão está sempre no começo dela.
Sempre danço conforme a música. Mas, antes, escrevo a partitura.
É um desperdício imperdoável ter um grande coração — e deixar nele um único amor.
As súplicas de um coitado nunca fazem com que Deus mude o curso dos acontecimentos.
Ceder uma vez só é mais difícil do que ceder nunca.
Prefiro ser um gladiador ensanguentado a ser um boi feliz.
Rebelde que depende da mesada pra comprar seu pirulito é apenas um palhaço.
O Pico é uma delícia. Por isso todo grande amor tem que ser deixado no Pico.
Só tem uma coisa pior do que morrer: — é viver pouco.
Compreender-me não é imprescindível. Interessam-me as tuas emoções.
Sempre que possível, deixo o oponente supor que me venceu.



Se não encontrar alguns dos meus livros em livrarias perto de você, e-mail para Daniela, em LivrariaMude arroba gmail.com /// Os preços dos livros acima variam de R$ 39,00 a R$ 60,00.







A produção de resultados positivos só depende de uma determinação inteligente.



O livro mais caro do mundo chama-se O Livro das Minhas Ideias. Está sendo escrito desde 1970. Demorei quase 40 anos para escrevê-lo. Comecei aos 13, assim que li a Alegoria da Caverna, de Platão. Foi quando tive a minha primeira grande ideia formal anotada, num caderninho de capa azul. Nunca mais parei. Nunca mais parei de ter ideias. Grandes ideias. E anotá-las, mesmo que fosse em papel de pão no armazém do meu pai. Nunca mais parei. Hoje, são 400 páginas — numa edição primorosa, refinada, em papel couché de alta gramatura, impressão colorida. Impecável. Quatrocentos mil dólares. Este é o preço inicial de venda. Será publicado pela Única Editora do Brasil SA. Só para ter acesso exclusivo ao Sumário e ao Prefácio, impressos em 33 páginas, tamanho A4, capa dura, o preço é de R$ 1.000,00.
O lançamento será provavelmente na Fundação Getúlio Vargas, em Dezembro de 2018.

Ressalto que este livro não foi escrito para ser vendido assim, como outro qualquer. Na verdade, é um Catálogo — repleto de boas ideias para empreendimentos, com seus respectivos Planos de Negócios. Muitos já testados com sucesso. Restaurantes, Informática, Construção Civil, Serviços Terceirizados. Como aqui se trata de consultoria, dou como exemplo o seguinte: Durante dois anos fui Diretor de Estratégia da Reunidas, uma Terceirizadora de Serviços. Nesse período, essa empresa passou de menos de 900 para 2.940 funcionários! Sei como fazer crescer uma empresa. Tanto que, agora (fevereiro de 2013), um grupo de empresários está investindo numa das minhas ideias (a de número 296) para implantação em São Paulo. Trata-se de uma espetacular empresa de Apoio Operacional. Depois darei aqui os detalhes técnicos. Outra ideia, já em fase de implantação é a empresa Calçadas do Brasil — totalmente criada por mim, desde o Plano de Negócios até o Sistema de Marketing, passando até pela redação do Contrato Social de constituição.



Para quem ainda não conhece Platão:
A Alegoria da Caverna é um texto contido na "República", livro VII, onde se narra o diálogo de Sócrates com Glauco e Adimato. É um dos textos mais lidos na história da filosofia. Nele, Platão utilizou linguagem metafórica para ilustrar o quanto estamos presos a preconceitos e superstições. Basicamente, é o relato da vida de homens que nascem e vivem dentro de uma caverna e ficam voltados para o fundo dela. Ali contemplam apenas uma réstia de luz que reflete sombras no fundo da parede. E esse é o seu mundo. Porém, certa dia, um dos habitantes resolve voltar-se para o lado de fora da caverna. Assim que olha, quase fica cego devido à intensidade da luz. Mas, aos poucos, vai vislumbrando um "outro mundo", completamente diferente daquele visto no fundo da caverna. Então, volta-se para dentro para narrar esse maravilhoso fato aos seus amigos, mas estes não acreditam nele e, revoltados com a "mentira", o matam.

Com essa alegoria, Platão pretende dividir o mundo em duas realidades distintas: a sensível, que se percebe pelos sentidos, e a inteligível (o mundo das ideias). A primeira realidade é imperfeita, falsa, enquanto a segunda mostra toda a verdade possível ao homem. Portanto, o ser humano deveria procurar o mundo da verdade para atingir o bem maior para sua vida. Entretanto, a grande maioria dos seres humanos ainda hoje continua olhando para o fundo da caverna, e julgando loucos todos aqueles que olham para fora.





O site www.EdsonMarques.com anterior (com a relação dos meus livros publicados) pode ser visto aqui.

Minha Mãe

Hoje é aniversário da minha Mãe. E agora me lembro das canções de ninar que ela cantava para que eu não dormisse — do Kyrie Eleison ao Noel Rosa. Eu me lembro do conselho que sempre me deu: que eu nunca deixe de ser Eu. E me lembro do dia em que eu nasci: era um dia de duplas esperanças. Era uma noite de luar azul escandaloso. Era um sábado de aleluias e esperas, de poesia e de romance. Era uma casinha de madeira e primaveras, ao lado de uma roseira branca, no finzinho de uma rua principal. Era hora de metáforas, era hora de loucuras. Como toda musa entusiasmada era fora deflorada com amor e alegria por um louco jogador — que se chamava Lúiz. Era outra vez madrugada e ela encantada outra vez. Foi então que essa Mulher sagrada decidiu me dar A Luz. E deu. Era o começo de duas histórias de Amor.


Essa foto foi feita há 13 anos. Logo, ela está hoje cerca de 19,75% mais velha. Mas continua saudável, sorridente, bem-humorada. Aliás, eu nunca a vi triste. Sempre cantando, sempre alegre, agitando as circunstâncias. Nunca brigamos, eu e ela. Nenhum tapinha, nenhum puxão de orelhas, nenhum grito. Nós dois sempre nos compreendemos um ao outro. Como sou-lhe o primogênito e (suponho) ainda o preferido, há toda uma mitologia em torno disso... rs! Acho que até Einstein explicaria melhor do que Freud essa nossa maravilhosa relação de Amor.



Quando me perguntam o que sou e o que faço digo apenas que sou um Criador. Tenho ideias, muitas, sobre vários temas, todo dia. Projetos, sonhos, invenções. Planos loucos, inclinados, geniais. Alguns são colocados em pedaços de papel, outros vivem no meu próprio coração. Muitos viram poemas, livros, amores, empresas, relações. Meu primeiro amor foi Marina, aos sete anos. Mas meu primeiro empreendimento foi na área de calçados, também aos sete anos. Depois, a AJAN — Aliança Juvenil dos Amantes da Natureza — foi considerada subversiva pelos militares, que a fecharam. O meu time de futebol durou só dois anos, pois concluí que era melhor ser o craque do time do que ser apenas o dono. O Restaurante, aos dezesseis, em cuja construção aprendi com meu pai a beleza do piso cerâmico em diagonal, continua funcionando até hoje. O terceiro projeto comercial, aos 22 anos, virou minha primeira empresa — que abandonei de modo romântico e poético como se pode ler dando um click na imagem acima. O quarto projeto, criado em 1994, chamado Liberdata, uma empresa de sistemas, ainda está no ar, criando sites, etc. Em 1996 fundei a OfficeAll, um escritório diferenciado de consultoria, que funciona na Avenida Francisco Matarazzo, SP. Entre 1999 e 2002 fui consultor intelectual em Cooperativas de Trabalho (na Reunidas fui Diretor de Estratégias e na CooperÚnica, Diretor-Presidente). A Máquina de Vendas, criada em 2002, vai de vento em popa. A UCB, uma construtora voltada para revestimentos cerâmicos Portobello, foi criada em 2006 com minha consultoria. Em 2010, comecei a montar o projeto de uma nova construtora — PCB — que só em Dezembro de 2013 vai ter seu início formal. Um pouco antes disso, eu e Joyce Ann abriremos a Portobellissimo. Atualmente, estou montando uma empresa-conceito, que ainda não tem registro na Junta Comercial, mas que chamo de Ideia 152. Em maio de 2013 criei (e já está funcionando a pleno vapor) a Calçadas do Brasil. Também criei e (juntamente com dois sócios) estou abrindo (Dezembro 2013) uma empresa de Apoio Operacional em SP. Até o final deste ano formalizarei mais uns três ou quatro projetos, sendo que o mais ousado deles (e o mais criativo, do meu ponto de vista) é a Ideia 205. A propósito: já estou na ideia 299. No meio disso tudo, casei-me cinco ou seis vezes, mas continuo solteiro, sem filhos — e completamente livre. Entrei na USP quatro vezes, publiquei sete ou oito livros e estou escrevendo outros tantos. Também escrevi o texto para o Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett. E edito o blog Mude, onde escrevo alguma coisa todo dia. Além disso, gosto de vinho, sei cozinhar, salto profundo e faço café...

Empregos formais eu só tive dois em toda minha vida. O primeiro, aos dezoito, como Auxiliar de Custos, na Protin, em SP. Um emprego ao qual concorri e ganhei mediante aposta que envolvia matemática, e que depois relutei em aceitar, pois já estava na Filosofia da USP. Seis meses depois, entretanto, fui promovido a Programador de Computadores, e depois Gerente de Processamento de Dados. Fiquei quatro anos... Saí para aprender cinema na Revela, pois tinha entrado na ECA-USP. Em seguida, e por acaso, fui ser Gerente de Informática na ITEL, empresa da família Mascheretti, cujos três irmãos (Gian, Renato e Marco) me influenciaram profundamente com seu estilo de vida e com sua inteligência brilhante — e a quem devo muito do que agora sou. Entre outras coisas, foram eles que me ajudaram a criar a Liberdata.

Afinal, eu já escrevi um poema chamado Mude, e já vendi serviços especiais para a Scania do Brasil e para a SKF. Já inventei um apito, criei algumas empresas e desenhei uma casa (que ainda nem fiz). Já escrevi sistemas em Assembler e Cobol, e já marquei gol de bicicleta. E já conquistei o coraçãozinho palpitante de uma menina delicada, inocente, duplamente maravilhosa, que se chama Joyce Ann. Como se pode concluir — eu não tenho limites... Sou capaz de qualquer coisa.

Mas eu às vezes me defino como um Analista de Circunstâncias. Um Vendedor de Ideias. Ou, melhor: um Vendedor de Imaginação...

Na Filosofia e na faculdade de Direito (três anos no Largo São Francisco) eu sempre me defini como indefinível. Porém, depois, ao estudar computação e me tornar um analista de sistemas, senti que essa expressão também me era imprópria, pois meu universo se expandiu, e comecei a supor que eu era um "analista de circunstâncias". Com o tempo, virei um Criador de Conceitos — e era exatamente isso que dizia o meu cartão de visitas. Acontece que eu sempre mudo. Aliás, como diz o meu poema: Só o que está morto não muda. Então, e por isso mesmo, eu hoje passo a definir-me como um Descobridor de Competências. Mais tarde eu volto aqui para explicar esse conceito.


Certas pessoas (filósofos, cientistas, astrônomos, biólogos, físicos, químicos, teólogos, etc.) criam sistemas, compostos de teorias pretensamente bem elaboradas e bem estruturadas, visando descobrir ou explicar, dentro de cada um desses respectivos sistemas filosóficos ou científicos, as causas, o funcionamento e as eventuais conseqüências de alguns fenômenos da natureza. Da natureza, do espírito ou do corpo humano, tanto faz. Vale para uma galáxia, e vale para um átomo. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma racional de propor explicações que não seja por meio de uma estrutura verbal composta de palavras e fórmulas. Foi o que fez Einstein ao criar a Teoria da Relatividade Geral, foi o que fez Platão ao escrever o Mito da Caverna para explicar como percebemos a realidade, foi o que fez Newton ao descobrir a Lei da Gravitação Universal. Cada um escreve como supõe que o fato ocorre, como acha que a coisa é. Isso vale para explicar a função dos elétrons na Mecânica Quântica, o comportamento de uma célula cardíaca, a fecundação de um jasmim, e até mesmo a criação do Mundo. E este é o ponto que quero aqui discutir. Quero não explicar, mas entender as respectivas teorias, respeitando-lhes as abrangências e os limites. Ou seja, eu quero entender como é que as teorias são construídas, e como é que se sustentam.

Vamos, por exemplo, à criação do Mundo. Só há duas formas de montarmos uma explicação: por meio de uma Cosmologia, ou por meio de uma Cosmogonia. Ambas pretendem explicar como as coisas se deram no início. Tanto os físicos quanto os pastores, por exemplo, a partir desse princípio e nesta perspectiva, são filósofos. Tanto os cientistas quanto os teólogos usam da Filosofia para criar suas teorias, ou para defender seus pontos de vista. Quanto mais criteriosa e rigorosa for a explicação, mais respeitável será a respectiva teoria.

Preciso ainda ampliar essa questão e definir a linha que vou dar a esse texto.
Edson. Madrugada Neon de 03.11.13. 03h48. PNMMENJA. São Paulo.



Inspirado por Deus e por Gaudí, desenhei o revestimento Portobello deste prédio SV. Detalhes aqui

Meu Pai

MESTRE ZEN COM VARA DE MARMELO

Meu pai era racional demais, disciplinado demais, e ético demais. Dominava o cálculo, era íntimo dos números, ensinou-me a tabuada do 13 quando eu tinha sete anos. Quem não sabe a tabuada se fode, ele me dizia. Nasceu para o comando. Era dono de uma violência verbal impressionante — e nunca deixava pra depois as broncas que pudesse dar. Exagerado, tinha seus momentos de loucura: de vez em quando mandava fazer almoços festivos para crianças pobres. Era comum se reunirem duzentas ou trezentas em nosso restaurante. Absteve-se do jogo, não fumava, mas bebia um pouco mais do que eu supunha o certo. Com duas exceções, nunca o vi de fogo. Ele nunca nos disse que gostava de poesia, mas certa vez mandou que plantassem trezentos e sessenta pés de girassol no fundo do quintal da nossa casa. Depois que as plantas cresceram, ele ficava toda tarde um tempão lá no fundo, sentado num banquinho improvisado de madeira, sorrindo, encantado, tomando vinho vermelho — e olhando os girassóis girarem... Meu pai, portanto — e no fundo — talvez não fosse apenas um simples comerciante atarracado e ex-delegado de polícia. Talvez fosse um poeta. Pena que não teve tempo de ficar completamente louco: morreu aos 49, por erro de um médico que tinha a morte até no nome.

Minhas ideias

Geralmente, as pessoas perdem a vida onde supõem ganhá-la. Mas isso não acontece comigo, pois não separo meus projetos pessoais dos profissionais. A vida é uma totalidade dialética indespedaçável. Para mim, tanto faz desenhar uma parede para um projeto de revestimento cerâmico, quanto esboçar um poema de amor num guardanapo de papel. Tanto faz analisar um sistema, construir uma calçada, ou jantar com meus amores. Tanto faz. O parâmetro é o prazer. Exclusivamente, o prazer. E a beleza do resultado.



UMA PROPOSTA PARA O SISTEMA TELEFÔNICO DO BRASIL


Minha ideia é que se torne desnecessária (ou opcional) a escolha do código da operadora nas ligações telefônicas interurbanas. O próprio Sistema escolherá a operadora mais vantajosa para o usuário, considerando preço da tarifa ou promoções, tempo médio de conexão, facilidade de acesso, histórico de desempenho, viabilização de concorrência e capacitação tecnológica. Não ganhará apenas a empresa que tiver a melhor ou mais ostensiva publicidade, mas sim aquela que efetivamente mais beneficia o cliente final.

Imaginem quantos telefonemas interurbanos são feitos hoje por dia no Brasil, e a quantidade enorme de toques e dígitos que serão poupados, e a economia de tempo e de energia que se conseguirá. Além de otimizar o próprio Sistema como um todo.

Registrei essa ideia em Cartório e remeti os demais estudos ao Ministério das Comunicações e Anatel, por e-mail e mediante Carta AR.

Além disso, em julho de 2003, visando redução de custos, eu propus (publicamente) o compartilhamento das antenas retransmissoras, e de todos os demais itens (compartilháveis) das respectivas estruturas das Operadoras.


Outra ideia, também apresentada às autoridades do setor, mas (incrivelmente) desprezada: Em 2012 acrescentou-se o dígito 9 no início dos números de telefones celulares em São Paulo. Um erro. Deveria ter sido acrescentado ao final do número antigo. Facilitaria a transição, além de abrir mais 9 opções similares. E o início ficaria reservado para uso futuro em âmbito nacional, de 0 a 9. Lembro-lhes que sou analista de sistemas. Depois explico melhor essa minha ideia.



UMA SOLUÇÃO PARA O METRÔ DE SP

Ontem estive no Metrô São Bento e depois na estação da Sé. Verificando como criarei o projeto dos mecanismos especiais para resolver a questão dos vãos entre o trem e a plataforma. Tenho que descer na via para fotografar o local, e para isso preciso solicitar autorização à Diretoria do Metrô. Como se vê, além de tomar vinho, fazer amor e escrever poesias eu também encontro tempo para intervir nas cidades onde moro. Logo mais publico aqui o resultado.

Para diminuir o espaço entre o vagão e a plataforma, bastaria ajustar a posição dos trilhos. Porém, a Estação São Bento foi construída numa curva da linha. E o buraco (entre a plataforma e o vagão) chega a ter quase vinte centímetros de largura! Um grave erro de engenharia. Como já se passaram vinte anos e ninguém resolveu esse problema, apresentei minha sugestão: uma mini-plataforma retrátil fixada na borda da plataforma atual (uma espécie de gaveta metálica), e acionada simultaneamente à abertura das portas do trem. Simples e funcional.




PROJETO PARA UMA ESCOLA DE MUDANÇAS

Tem uma coisa muito boa que eu quero te contar: em dezembro de 2018 pretendo abrir, talvez aqui no Guarujá, uma deliciosa filial histórica dos Jardins de Epicuro
— que será um Centro de meditação, dança, discussões filosóficas, degustação de vinho e demais porraloquices do gênero. Eu te convidarei.




UM PROJETO CULTURAL REVOLUCIONÁRIO

Minha ideia básica é que todo produto comercializado no Brasil deverá ter em sua embalagem espaço destinado a mensagens culturais. Uma frase, um conceito, o significado de um termo, fatos históricos, noções de higiene e saúde, reprodução de quadros, a tabuada do sete, resumos de biografias, pedaços de romances, poesias. Informações educativas em todos os produtos: de rótulos de cerveja a caixas de sabão em pó; de bulas de remédio a cardápios e canetas; de frascos de xampu a sacolas de mercado; de embalagens de sorvete a saquinhos de pipoca; de pacotes de café a bilhetes do metrô. Cultura, cultura, cultura! Inclusive nos comerciais de tv, rádio e jornal. Talvez até mesmo nas cédulas de real. Com isso, depois de alguns anos, o nível de cultura média do povo brasileiro estará certamente mais alto.

Os idiotas vão dizer que é um projeto fascista, os analfabetos não ficarão satisfeitos, a esquerda vai reagir babando de raiva, empresários vão reclamar, agências de publicidade não gostarão — mas o resultado a longo prazo será sociologicamente positivo e historicamente marcante.

Este Projeto é a minha ideia 076 — já encaminhado oficialmente à Câmara dos Deputados.




MEU PROJETO PARA ALTERAR A LEI DAS CALÇADAS DE SÃO PAULO

Estou encaminhando à Câmara Municipal e à Prefeitura de São Paulo (com cópia a todas as subprefeituras) um Projeto Especial de Alteração da Lei 15.442/11 (conhecida como Lei das Calçadas), promulgada a partir do Projeto de Lei 409/10 do então Vereador Domingos Dissei (DEM). Meu texto foi escrito com dois propósitos principais: primeiro, condicionar a multa (de R$ 300,00 por metro linear) à geografia e à capacidade contributiva do usuário, pois, equalizar valores de aplicação entre, por exemplo, Jardim São Luís e Higienópolis, é uma injustiça deselegante. Segundo, há na atual Lei alguns aspectos físicos e arquitetônicos de construção que contém erros. Proponho corrigi-los. Logo mais publicarei aqui o texto completo. Veja a atual Cartilha. E uma crítica da minha querida Raquel Rolnik, professora da FAU-USP. A propósito, criei uma empresa que se chama Calçadas do Brasil SA, e que já está no mercado, com mais uma história de sucesso. Ideias flexíveis sempre se concretizam.




OUTRAS IDEIAS

Em 1978, eu inventei o espelho retrovisor retrátil para automóveis, que seria acionado assim que desligamos a chave do contato. Mais tarde, imaginei o botão do rádio, do ar condicionado e dos vidros, bem como travas das portas, no próprio volante. Estive duas vezes na Volkswagem e na Ford, em São Bernardo do Campo, onde apresentei esses projetos. Disseram não se interessar por eles. Depois, com base naquilo que eu já havia pensado na cozinha do nosso restaurante, criei o acendedor automático para fogão a gás, que seria acionado ao se apertar (ou girar) o botão do respectivo do bocal da chama. Fui à empresa Arno, cuja fábrica era no Ipiranga e então fazia fogões, e também não se interessaram por minha ideia. Disseram-me, absurdamente, que isso seria perigoso. Inventei uma caneca de pressão, para ferver água rapidamente e com baixo consumo de energia, com características quase idênticas às da panela de pressão. Também inventei (em 2002) algo eletrônico relacionado a jogos de futebol e outros esportes (que não vou publicar aqui pois está em fase de registro no INPI). Com ajuda de Joyce Ann, em 1999, inventei o telefone celular acoplado ao notebook, destacável, para quando quisermos sair mais leves (ainda não copiado por ninguém). E Joyce Ann, em dezembro de 2000, enquanto tomávamos sorvete num hotel de Ubatuba, também teve a ideia de um despertador digital sem fio, com fone de ouvido à distância. E nós dois ainda criamos um extraordinário coador de macarrão, e um regador de plantas com tríplice função. Ainda temos esses desenhos todos, guardados. Como se vê, eu e ela formávamos — e ainda somos — uma dupla criativa.



TÚMULO ONLINE

Hoje (13.09.2012) eu tive a ideia 257. Vou instalar uma câmera de vídeo no túmulo do meu irmão Paulo. Quero poder olhar a situação do imóvel. Se as flores estão bem cuidadas, se a pintura não descascou, e se a cerâmica que desenhei ficou boa. Quero poder visitar o túmulo dele certas manhãs, não importa onde esteja. Como eu não dou ponto sem nó, isso vai ter alguma consequência. Criarei uma empresa-conceito que cuidará desse segmento de mercado. Depois eu conto detalhes.



UMA NOVA CONSTRUTORA

Quando vejo uma foto como esta, da Opera de Sydney, ou do Guggenheim Bilbao, ou do Museu de Niterói, fico maravilhado com tanta genialidade. Por isso que que farei logo mais uma pós-graduação em Arquitetura. Enquanto isso, além de ter sido o Diretor de Arte da Nortesul, vou ajudar na criação de uma nova construtora — onde poderei exercitar minhas novas loucuras arquitetônicas.


Vai se chamar Primeira Construtora do Brasil. Foi criada oficialmente em 01 de Outubro de 2013. Será especializada em revestimento cerâmico, para dar continuidade ao que já fiz na NorteSul. Mas meu primeiro projeto pessoal sera construir uma casa maluca num terreno em declive. Já desenhei essa ideia em papel. Logo mais eu a publico aqui.

Mas, o meu melhor e mais genial projeto é a ideia 152. Talvez só superado pela ideia 205.





Quando me perguntam o que sou e o que faço digo apenas que sou um Criador. Tenho ideias, muitas, sobre vários temas, todo dia. Projetos, sonhos, invenções. Planos loucos, inclinados, geniais. Alguns são colocados em pedaços de papel, outros vivem no meu próprio coração. Muitos viram poemas, livros, amores, empresas, relações. Meu primeiro amor foi Marina, aos sete anos. Mas meu primeiro empreendimento foi na área de calçados, também aos sete anos. Depois, a AJAN — Aliança Juvenil dos Amantes da Natureza — foi considerada subversiva pelos militares, que a fecharam. O meu time de futebol durou só dois anos, pois concluí que era melhor ser o craque do time do que ser apenas o dono. O Restaurante (Churrascaria Fronteira), aos dezesseis, em cuja construção aprendi com meu pai a beleza do piso cerâmico em diagonal, continua funcionando até hoje. O terceiro projeto comercial, aos 22 anos, virou minha primeira empresa — que abandonei de modo romântico e poético como se pode ler dando um click na imagem acima. O quarto projeto, criado em 1994, chamado Liberdata, uma empresa de sistemas, ainda está no ar, criando sites, etc. Em 1996 fundei a OfficeAll, um escritório diferenciado de consultoria, que funciona na Avenida Francisco Matarazzo, SP. Entre 1999 e 2002 fui consultor intelectual em Cooperativas de Trabalho (na Reunidas fui Diretor de Estratégias e na CooperÚnica, Diretor-Presidente). A Máquina de Vendas, criada em 2002, vai de vento em popa. A UCB, uma construtora voltada para revestimentos cerâmicos Portobello, foi criada em 2006 com minha consultoria. Em 2010, comecei a montar o projeto de uma nova construtora — PCB — que só agora em julho de 2013 vai ter seu início formal. Um pouco antes disso, eu e Joyce Ann abriremos a Portobellissimo. Atualmente, estou montando uma empresa-conceito, que ainda não tem registro na Junta Comercial, mas que chamo de Ideia 152. Acabo de criar e (juntamente com três sócios) estou abrindo (fevereiro 2013) uma empresa de Apoio Operacional em SP. Até o final deste ano formalizarei mais uns três ou quatro projetos, sendo que o mais ousado deles (e o mais criativo, do meu ponto de vista) é a Ideia 205. A propósito: hoje (12.01.13) já estou na ideia 299. A empresa Calçadas do Brasil (que será uma Sociedade Anônima dentro de dois anos) está funcionando oficialmente desde setembro de 2013. No meio disso tudo, casei-me cinco ou seis vezes, mas continuo solteiro, sem filhos — e completamente livre. Entrei na USP quatro vezes, publiquei sete ou oito livros e estou escrevendo outros tantos. Também escrevi o texto para o Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett. E edito o blog Mude, onde escrevo alguma coisa todo dia. Além disso, gosto de vinho, sei cozinhar, salto profundo e faço café...

Empregos formais eu só tive dois em toda minha vida. O primeiro, aos dezoito, como Auxiliar de Custos, na Protin, em SP. Um emprego ao qual concorri e ganhei mediante aposta que envolvia matemática, e que depois relutei em aceitar, pois já estava na Filosofia da USP. Seis meses depois, entretanto, fui promovido a Programador de Computadores, e depois Gerente de Processamento de Dados. Fiquei quatro anos... Saí para aprender cinema na Revela, pois tinha entrado na ECA-USP. Em seguida, e por acaso, fui ser Gerente de Informática na ITEL, empresa da família Mascheretti, cujos três irmãos (Gian, Renato e Marco) me influenciaram profundamente com seu estilo de vida e com sua inteligência brilhante — e a quem devo muito do que agora sou. Entre outras coisas, foram eles que me ajudaram a criar a Liberdata.

Afinal, eu já escrevi um poema chamado Mude, e já vendi serviços especiais para a Scania do Brasil e para a SKF. Já inventei um apito, criei algumas empresas e desenhei uma casa (que ainda nem fiz). Já escrevi sistemas em Assembler e Cobol, e já marquei gol de bicicleta. E já conquistei o coraçãozinho palpitante de uma menina delicada, inocente, duplamente maravilhosa, que se chama Joyce Ann. Como se pode concluir — eu não tenho limites... Sou capaz de qualquer coisa.

Mas eu às vezes me defino como um Analista de Circunstâncias. Um Vendedor de Ideias. Ou, melhor: um Vendedor de Imaginação...

Na Filosofia e na faculdade de Direito (três anos no Largo São Francisco) eu sempre me defini como indefinível. Porém, depois, ao estudar computação e me tornar um analista de sistemas, senti que essa expressão também me era imprópria, pois meu universo se expandiu, e comecei a supor que eu era um "analista de circunstâncias". Com o tempo, virei um Criador de Conceitos — e era exatamente isso que dizia o meu cartão de visitas. Acontece que eu sempre mudo. Aliás, como diz o meu poema: Só o que está morto não muda. Então, e por isso mesmo, eu hoje passo a definir-me como um Descobridor de Competências. Mais tarde eu volto aqui para explicar esse conceito.



Depois eu conto alguns dos meus outros projetos. Mas agora estou aqui, pensando no padrão do teclado dos atuais computadores. Por que manter sua arquitetura baseada na velha máquina de escrever? Por que não criar algo mais funcional, operacionalmente mais lógico e prático, com as teclas reproduzindo a sequência do alfabeto? Vou projetar algo mais racional.




Certas pessoas (filósofos, cientistas, astrônomos, biólogos, físicos, químicos, teólogos, etc.) criam sistemas, compostos de teorias pretensamente bem elaboradas e bem estruturadas, visando descobrir ou explicar, dentro de cada um desses respectivos sistemas filosóficos ou científicos, as causas, o funcionamento e as eventuais consequências de alguns fenômenos da natureza. Da natureza, do espírito ou do corpo humano, tanto faz. Vale para uma galáxia, e vale para um átomo. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma racional de propor explicações que não seja por meio de uma estrutura verbal composta de palavras e fórmulas. Foi o que fizeram os gregos, os hindus e os apaches quando criaram as suas mitologias. Foi o que fez Einstein ao criar a Teoria da Relatividade Geral, foi o que fez Platão ao escrever a Alegoria da Caverna para explicar como percebemos a realidade, foi o que fez Newton ao descobrir a Lei da Gravitação Universal. Cada um escreve como supõe que o fato ocorre, como acha que a coisa é. Isso vale para explicar a função dos elétrons na Mecânica Quântica, a suposta existência dos Buracos Negros, a trajetória de um míssil, o comportamento de uma célula cardíaca, a fecundação de um jasmim, e até mesmo a criação do Mundo. E este é o ponto que eu quero aqui discutir. Quero não apenas explicar — mas primeiramente entender as respectivas teorias, respeitando-lhes as abrangências e os limites. Ou seja, eu quero entender como é que as teorias são construídas, e como é que se sustentam.

Vamos, por exemplo, à criação do Mundo.

Só há duas formas de montarmos uma explicação aproximada e de algum modo aceitável: Ou por meio de uma Cosmologia, ou por meio de uma Cosmogonia. (Explicar tal diferença em texto à parte). Ambas pretendem explicar como as coisas se deram no início. Os cientistas preferem a primeira; os religiosos, a segunda.

Tanto os físicos quanto os pastores, ao teorizarem sobre suas visões da questão, se tornam, de certa maneira, filósofos. Tanto os cientistas quanto os teólogos usam da Filosofia para criar suas teorias, ou para defender seus pontos de vista. Porém, quanto mais criteriosa e rigorosa for uma determinada explicação, quanto mais fundamentação lógica e racional tiver — mais respeitável será a respectiva teoria.

Parte de texto que está no meu livro Teoria do Acaso – página 348.

www.EdsonMarques.com

Escrevendo na cama, às 07h11 deste sábado, 10.12.11. SP. Pensando na vida e na linha que vou dar a esse texto.





Hoje é dia 13.01.13 e acabo de ter minha ideia 301. Será um filho. Muitos talvez se espantem com o fato, completamente inusitado, de que pretendo escrever um Plano Estratégico para gerar e criar essa criança. Porém, desde já me explico: se até para criar uma empresa eu faço um plano, por que não o faria para ter um filho — que é algo muito mais importante do que uma empresa?!




Hoje, dia 10 de março de 2013, enquanto tomava café, eu tive a minha ideia 360. Depois explico o que ela vai significar na minha vida — e na das pessoas envolvidas.




Em 13 de agosto de 2013 já estou na ideia 392. Dia desses crio um link para a página onde as relaciono.

Em 13 de julho de 2014, tive a ideia 420. Todas documentadas, uma a uma.

Nem todas eu relaciono aqui. Mas hoje (08.01.2015) tive minha ideia 441. Câmera mobilink.

Hoje (21.02.2015) eu tive a ideia 450. Um tabuleiro de xadrez tradicional, mas com recursos digitais embarcados. Diferente de tudo o que já existe na área. Perfeição aprimorada. Já preparando detalhes técnicos para documentação visando registro no INPI. Minha pretensão é que seja adotado pela FIDE dentro de dois ou três anos, para torneios oficiais.



Minha ideia 460 é do dia 19.05.2015: a empresa Federal Serviços (já registrei o nome por extenso em domínio próprio e já mandei fazer o site). Contrato social escrito para abertura imediata na Junta Comercial. Mais uma empresa revolucionária no setor de serviços. Mais detalhes aqui, por volta de março de 2016.



Hoje, 21.05.2015, tive a ideia 461: Tampa para fogões, com abertura e fechamento automático. Para fogões de piso serão tampas diferentes: uma "levadiça" (em vidro temperado ou aço escovado/polido) e outra "embutida na lateral do fogão", flexível, em forma de corrente. Para Cooktop, a ideia será diferente, e ainda a estou refinando. Talvez eu junte com essa a ideia de acendimento controlado e automático que já dei (vide acima) à Arno (na época em que essa empresa também fabricava fogões). Como tudo isso será registrado no INPI, detalhes são confidenciais.




Eu não publico aqui todas as minhas ideias até por uma questão de segurança dos direitos autorais. Mas, apenas para registro, a ideia 500 eu a tive no dia 05.12.2015, e a chamei de Reversão Alternada em Restaurantes. Dentro de 60 dias vamos implantá-la, experimentalmente, na Churrascaria Estrela Gaúcha, em São Paulo. Em fevereiro de 2016 publicarei aqui o andamento do processo. 


Atualizando em 17.05.2018.

Já estou na ideia 649 — que será a construção de um Hotel, cujo estilo e formatação vai revolucionar o conceito de hotelaria no Brasil. E talvez no mundo.

As ideias 646 e 648 estão relacionadas.

A ideia 647 é um restaurante especializado em asinhas de frango. E talvez coração.

Minhas ideias não são todas publicadas aqui, por questões de estratégia.
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Consultoria

Depois de ter realizado mais de seiscentas visitas a Condomínios Residenciais em São Paulo, Santos, Guarujá, São Vicente e Praia Grande (sendo que cerca de 400 visitas apenas na zona sul da Capital, entre 2011 e 2013), considero-me altamente capacitado a discorrer sobre o assunto. Dessas citadas visitas, cerca de duzentas dizem respeito a procedimentos de supervisão, fiscalização (vide imagem de um Livro de Ocorrências do Condomínio Peru, ao final desta página) e auditoria em postos de portaria e limpeza. Aproximadamente cem foram reuniões diretas com Síndicos, e por volta de quarenta participações em Assembleias deliberativas — como Vendedor, Consultor ou Observador.

Bom ressaltar que tenho vasta experiência anterior em integração de sistemas, como, entre outras coisas, fundador da empresa Liberdata em 1994, assim como Gerente de Informática por 12 anos na ITEL Indústria de Transformadores Elétricos, criador da empresa OfficeAll e Diretor de Vendas da NorteSul Projetos e Construções. Somando-se ao acima relatado os dois anos em que fui Consultor Intelectual / Diretor de Estratégias da Cooperativa Reunidas, os dez meses como Vendedor de Contratos / Representante Comercial da Cooperativa Global; os quatro anos como Diretor-Presidente da Cooperativa Única de Trabalhadores Autônomos e os quase dois anos como Consultor Intelectual da Globo Serviços Cooperativa de Trabalho na Zona Sul de São Paulo — posso reafirmar, categoricamente:

Estou pronto para oferecer meus conhecimentos na área proposta. Não para qualquer empresa — mas apenas para aquelas que eu seleciono criteriosamente, com base em sua expertise no que faz, amplitude do seu mercado, racionalidade na sua administração, qualidade do seu produto e, principalmente, seu potencial de crescimento.

Se a sua empresa encaixa-se nesse modelo, poderemos conversar.

Para ler algo sobre meu trabalho atual na área de consultoria a cooperativas, veja EMc³.

Detalhes da minha biografia podem ser vistos no meu site pessoal, na página Ideias e Projetos.




A propósito, estou finalizando a criação de Sistemas específicos para empresas terceirizadoras de Serviços de Portaria, Manutenção, Zeladoria e Limpeza para condomínios residenciais. Um, para Empresas que operam no tradicional regime CLT — e outro, especialmente concebido para as modernas Cooperativas de Trabalho.

Serão publicados em Março de 2019.

Também estou escrevendo um livro sobre Cooperativas de Trabalho, com fundamento na Lei 12.690/2012, e com base na sólida experiência que tenho nessa área desde 1999. Além do mais, ressalto o que já disse acima: nos últimos dois anos realizei mais de 400 visitas a Condomínios Residenciais em São Paulo — documentadamente. Todos esses fatores serão considerados na produção desse livro, cujo título, em princípio, será:

Cooperativas de Trabalho

Como aplicar com sucesso esse moderno Sistema na Terceirização de Serviços em Condomínios Residenciais.

Grande Redução de custos, sem perda de qualidade e com mais respeito aos profissionais.
Portaria – Limpeza – Manutenção – Zeladoria – Controle de Acesso – Manobristas.






Página 2 - Livro de Ocorrências do Condomínio Peru - Horto do Ypê - Campo Limpo - São Paulo # Abril 2013

Relação completa de todos os Condomínios que visitei, bem como listagem detalhada dos Condomínios em que exerci as funções de fiscalização e supervisão (em nome da GS), serão publicadas aqui mesmo, oportunamente. Também publicarei aqui os nomes dos síndicos e síndicas que conheci nos últimos dois anos, especialmente daqueles que me tornei amigo.



Embora seja exaustivo, costumo fazer eu mesmo as primeiras experiências nesse tipo de trabalho de campo, criteriosamente, para só então teorizar a respeito. Por isso que o resultado é sempre um sucesso.

A propósito, eu considero a humildade uma estratégia boba, característica das pessoas que temem a crítica..