domingo, 3 de março de 2013

CB

Eu transcrio perfumes e flores em palavras e Luz — e planto meu verbo num jardim que fala. Há um canteiro de ternuras e delícias no meu corpo ensolarado. Por isso é que transformo em arrepios de amor o que me pede a Natureza a todo instante.


 Esses canteiros foram desenhados por mim numa das obras de São Paulo.

A concepção estética da jardinagem também é minha e da Cravo Rosa. Novembro 2017.

Planejamento cuidadoso, disciplina absoluta e flexibilidade conceitual. Sócios brilhantes, capital de sobra, e um excelente sistema de informações. Marketing eficiente, prospecção de mercado, captação de clientes, competência operacional, e boa estrutura administrativa. Comunicação constante. Parceiros confiáveis. Ampla terceirização. E uma rotina de pós-venda de primeira classe. Eis os fundamentos para o sucesso de uma empresa que certamente será grande.

É assim que estou criando a minha próxima: EMc³ / Calcadas do Brasil.


Antonio Abujamra continua vivo. Veja a genial interpretação que ele fez do meu Poema Mude.



Quando é preciso resolver uma determinada questão, e ao contrário de outros analistas e consultores, eu inicialmente foco no problema. Apenas no problema. Na solução — só depois. Esse método vale para resolver questões científicas, jurídicas, técnicas, ou, especialmente, de negócios. Eu parto do princípio de que só depois de ter detectado, avaliado e analisado profundamente o problema é que podemos pensar na respectiva solução. Afinal, suponho que propor soluções sem antes ter compreendido as causas imediatas e remotas, as implicações e os fundamentos de um problema — é um absurdo. Formado em Lógica, meu método é este. E tenho tido sucesso nesse aspecto, exatamente por isso.


Meu Louco e Adorável Bisavô Luiz Marques.





As grandes inteligências conseguem considerar duas ou mais visões diferentes, contrastantes — ou até contraditórias — de uma mesma questão, analisá-las ambas ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea — e não preferir nenhuma delas até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente. Fora disso é chute.

Mas é preciso termos em conta que existem problemas que não são o que parecem — assim como existem outros que já não são o que um dia foram.



QUARENTA COISAS PRA FAZER EM 2018.



Meu poema Mude — com interpretação de Antonio Abujamra e música de Tim Maia.

Espero que você concorde comigo, agora, da mesma forma que você espera que seus clientes concordem com você e com teus argumentos de venda. Nesse aspecto, somos iguais. Temos um propósito comum. Se eu não conseguir te convencer de que meus argumentos são bons, não faremos negócio. Igualmente, você: se teus clientes em potencial não vislumbrarem vantagens competitivas, ética e competência nas propostas da sua empresa, não comprarão seus serviços nem seus produtos.

Tudo está interligado.

Eu não quero ser — e jamais serei — teu concorrente. Eu quero ser uma espécie de terapeuta comercial da tua empresa. Que tem muitos pontos fortes, certamente, mas que tem também alguns pontos de fraqueza, algumas deficiências. Não decorrentes dos seus planos, mas acidentais. Imprevistos que ocorrem em todo tipo de empresa. Fora da curva. Fora dos planos. Mas que interferem de modo negativo no sistema do negócio. Fazem perder clientes, ou, no mínimo, deixam alguns clientes não completamente satisfeitos. O que eu quero te dizer é mais ou menos isso.

Além do mais, estou profundamente envolvido na criação de algo que chamarei de O Grande Argumento. Para quê, você pode perguntar. Ora, para conquistar o coração de um grande amor, para vender um cacho de bananas ou para comprar uma empresa — tanto faz! Ou seja, um discurso racional fulminante para vencer objeções. A "fórmula mágica" para vencer objeções. O Grande Argumento.




Dentre as minhas atuais atividades filosóficas está a criação de um novo Método de Vendas — baseado na ideia 345 — cujo fundamento é a junção dialética de três ou mais sistemas operacionais simétricos interdependentes. O nome é Vendas Intercontratuais. Detalhes serão logo mais publicados no site www.MaquinadeVendas.com.



Nas relações que mantemos ao longo da Vida, são quatro as Questões Fundamentais:

1. O que sou.
2. O que posso saber.
3. O que devo fazer com aquilo que sei.
4. E quais as consequências do que sou, do que sei, e do que faço.

Se ainda não soubermos as respostas a essas questões — nem as estamos procurando de modo racional, com muita determinação e disciplina — é provável que estejamos simplesmente desperdiçando nosso potencial infinito enquanto seres humanos. E suponho que isso valha também para nossos empreendimentos e demais atividades profissionais.



Com base nos Projetos de Consultoria EMc3, criamos uma empresa-conceito chamada TEMPO — com base na minha ideia 234. Isto vai envolver a contratação de alguns dos cérebros mais brilhantes para que sejam nossos parceiros nos principais projetos.

Tudo que existe no mundo — existe duas vezes: primeiro, na cabeça do Criador. Toda mudança tem que antes ser sonhada. A realidade só se transforma de verdade, na prática, depois que transformou-se em teoria. Primeiro no cérebro — depois, no mundo. Sem sonho e sem loucura inteligente, nada de concreto se produz. Nem sorvete, nem avião, computador, arranha-céu. Nem igreja, nem poesia, nem romance, nem Calçadas do Brasil. Os inventores, os poetas, os artistas, os cantores, e os sonhadores empreendedores, são todos visionários. Einstein, Leonardo da Vinci, Picasso, Buda, Galileu, John Lennon, Neruda, Niemeyer e o dono do boteco ali da esquina: um bando de malucos. Se dependesse apenas dos normais, ainda andaríamos de carroça. Talvez nem mesmo de carroça, pois a roda foi criada por um louco... Sem fantasia e liberdade não se encanta o cotidiano. A imaginação descontrolada é que dá cor e vida ao mundo. Por isso é que a Loucura criativa é tão necessária, tão desejada — e ao mesmo tempo tão temida.




Para fazer meus clientes crescerem eu aplico a Sequência Fibonacci aos respectivos Planos de Negócios.

Calçadas do Brasil SA. Meu mais novo Projeto. Interligado à Primeira Construtora do Brasil. Um Sucesso!
Quando me perguntam o que sou e o que faço digo apenas que sou um Criador. Tenho ideias, muitas, sobre vários temas, todo dia. Projetos, sonhos, invenções. Planos loucos, inclinados, geniais. Alguns são colocados em pedaços de papel, outros vivem no meu próprio coração. Muitos viram poemas, livros, amores, empresas, relações. Meu primeiro amor foi Marina, aos sete anos. Mas meu primeiro empreendimento foi na área de calçados, também aos sete anos. Depois, a AJAN — Aliança Juvenil dos Amantes da Natureza — foi considerada subversiva pelos militares, que a fecharam. O meu time de futebol durou só dois anos, pois concluí que era melhor ser o craque do time do que ser apenas o dono. O Restaurante, aos dezesseis, em cuja construção aprendi com meu pai a beleza do piso cerâmico em diagonal, continua funcionando até hoje. O terceiro projeto comercial, aos 22 anos, virou minha primeira empresa — que abandonei de modo romântico e poético como se pode ler dando um click na imagem acima. O quarto projeto, criado em 1994, chamado Liberdata, uma empresa de sistemas, ainda está no ar, criando sites, etc. Em 1996 fundei a OfficeAll, um escritório diferenciado de consultoria, que funciona na Avenida Francisco Matarazzo, SP. Entre 1999 e 2002 fui consultor intelectual em Cooperativas de Trabalho (na Reunidas fui Diretor de Estratégias e na CooperÚnica, Diretor-Presidente). A Máquina de Vendas, criada em 2002, vai de vento em popa. A UCB, uma construtora voltada para revestimentos cerâmicos Portobello, foi criada em 2006 com minha consultoria. Em 2010, comecei a montar o projeto de uma nova construtora — PCB — que só em Dezembro de 2013 vai ter seu início formal. Um pouco antes disso, eu e Joyce Ann abriremos a Portobellissimo. Atualmente, estou montando uma empresa-conceito, que ainda não tem registro na Junta Comercial, mas que chamo de Ideia 152. Em maio de 2013 criei (e já está funcionando a pleno vapor) a Calçadas do Brasil. Também criei e (juntamente com dois sócios) estou abrindo (Dezembro 2013) uma empresa de Apoio Operacional em SP. Até o final deste ano formalizarei mais uns três ou quatro projetos, sendo que o mais ousado deles (e o mais criativo, do meu ponto de vista) é a Ideia 205. A propósito: já estou na ideia 299. No meio disso tudo, casei-me cinco ou seis vezes, mas continuo solteiro, sem filhos — e completamente livre. Entrei na USP quatro vezes, publiquei sete ou oito livros e estou escrevendo outros tantos. Também escrevi o texto para o Comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett. E edito o blog Mude, onde escrevo alguma coisa todo dia. Além disso, gosto de vinho, sei cozinhar, salto profundo e faço café...

Empregos formais eu só tive dois em toda minha vida. O primeiro, aos dezoito, como Auxiliar de Custos, na Protin, em SP. Um emprego ao qual concorri e ganhei mediante aposta que envolvia matemática, e que depois relutei em aceitar, pois já estava na Filosofia da USP. Seis meses depois, entretanto, fui promovido a Programador de Computadores, e depois Gerente de Processamento de Dados. Fiquei quatro anos... Saí para aprender cinema na Revela, pois tinha entrado na ECA-USP. Em seguida, e por acaso, fui ser Gerente de Informática na ITEL, empresa da família Mascheretti, cujos três irmãos (Gian, Renato e Marco) me influenciaram profundamente com seu estilo de vida e com sua inteligência brilhante — e a quem devo muito do que agora sou. Entre outras coisas, foram eles que me ajudaram a criar a Liberdata.

Afinal, eu já escrevi um poema chamado Mude, e já vendi serviços especiais para a Scania do Brasil e para a SKF. Já inventei um apito, criei algumas empresas e desenhei uma casa (que ainda nem fiz). Já escrevi sistemas em Assembler e Cobol, e já marquei gol de bicicleta. E já conquistei o coraçãozinho palpitante de uma menina delicada, inocente, duplamente maravilhosa, que se chama Joyce Ann. Como se pode concluir — eu não tenho limites... Sou capaz de qualquer coisa.

Mas eu às vezes me defino como um Analista de Circunstâncias. Um Vendedor de Ideias. Ou, melhor: um Vendedor de Imaginação...

Na Filosofia e na faculdade de Direito (três anos no Largo São Francisco) eu sempre me defini como indefinível. Porém, depois, ao estudar computação e me tornar um analista de sistemas, senti que essa expressão também me era imprópria, pois meu universo se expandiu, e comecei a supor que eu era um "analista de circunstâncias". Com o tempo, virei um Criador de Conceitos — e era exatamente isso que dizia o meu cartão de visitas. Acontece que eu sempre mudo. Aliás, como diz o meu poema: Só o que está morto não muda. Então, e por isso mesmo, eu hoje passo a definir-me como um Descobridor de Competências. Mais tarde eu volto aqui para explicar esse conceito.


Certas pessoas (filósofos, cientistas, astrônomos, biólogos, físicos, químicos, teólogos, etc.) criam sistemas, compostos de teorias pretensamente bem elaboradas e bem estruturadas, visando descobrir ou explicar, dentro de cada um desses respectivos sistemas filosóficos ou científicos, as causas, o funcionamento e as eventuais conseqüências de alguns fenômenos da natureza. Da natureza, do espírito ou do corpo humano, tanto faz. Vale para uma galáxia, e vale para um átomo. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma racional de propor explicações que não seja por meio de uma estrutura verbal composta de palavras e fórmulas. Foi o que fez Einstein ao criar a Teoria da Relatividade Geral, foi o que fez Platão ao escrever o Mito da Caverna para explicar como percebemos a realidade, foi o que fez Newton ao descobrir a Lei da Gravitação Universal. Cada um escreve como supõe que o fato ocorre, como acha que a coisa é. Isso vale para explicar a função dos elétrons na Mecânica Quântica, o comportamento de uma célula cardíaca, a fecundação de um jasmim, e até mesmo a criação do Mundo. E este é o ponto que quero aqui discutir. Quero não explicar, mas entender as respectivas teorias, respeitando-lhes as abrangências e os limites. Ou seja, eu quero entender como é que as teorias são construídas, e como é que se sustentam.

Vamos, por exemplo, à criação do Mundo. Só há duas formas de montarmos uma explicação: por meio de uma Cosmologia, ou por meio de uma Cosmogonia. Ambas pretendem explicar como as coisas se deram no início. Tanto os físicos quanto os pastores, por exemplo, a partir desse princípio e nesta perspectiva, são filósofos. Tanto os cientistas quanto os teólogos usam da Filosofia para criar suas teorias, ou para defender seus pontos de vista. Quanto mais criteriosa e rigorosa for a explicação, mais respeitável será a respectiva teoria.

Preciso ainda ampliar essa questão e definir a linha que vou dar a esse texto.
Edson. Madrugada Neon de 03.11.13. 03h48. PNMMENJA. São Paulo.



Inspirado por Deus e por Gaudí, desenhei o revestimento Portobello deste prédio SV. Detalhes aqui