Única Empresa

Espero que você concorde comigo, agora, da mesma forma que você espera que seus clientes concordem com você e com teus argumentos de venda. Nesse aspecto, somos iguais. Temos um propósito comum. Se eu não conseguir te convencer de que meus argumentos são bons, não faremos negócio. Igualmente, você: se teus clientes em potencial não vislumbrarem vantagens competitivas, ética e competência nas propostas da sua empresa, não comprarão seus serviços nem seus produtos.

Tudo está interligado.

Eu não quero ser — e jamais serei — teu concorrente. Eu quero ser uma espécie de terapeuta comercial da tua empresa. Que tem muitos pontos fortes, certamente, mas que tem também alguns pontos de fraqueza, algumas deficiências. Não decorrentes dos seus planos, mas acidentais. Imprevistos que ocorrem em todo tipo de empresa. Fora da curva. Fora dos planos. Mas que interferem de modo negativo no sistema do negócio. Fazem perder clientes, ou, no mínimo, deixam alguns clientes não completamente satisfeitos. O que eu quero te dizer é mais ou menos isso.

Além do mais, estou profundamente envolvido na criação de algo que chamarei de O Grande Argumento. Para quê, você pode perguntar. Ora, para conquistar o coração de um grande amor, para vender um cacho de bananas ou para comprar uma empresa — tanto faz! Ou seja, um discurso racional fulminante para vencer objeções. A "fórmula mágica" para vencer objeções. O Grande Argumento.




Dentre as minhas atuais atividades filosóficas está a criação de um novo Método de Vendas — baseado na ideia 345 — cujo fundamento é a junção dialética de três ou mais sistemas operacionais simétricos interdependentes. O nome é Vendas Intercontratuais. Detalhes serão logo mais publicados no site www.MaquinadeVendas.com.








Quero agora ressaltar o duplo sentido da expressão Solidão a Mil. Não me refiro à tristeza de uma solidão multiplicada, lamentável, quando nos sentimos completamente sozinhos, mesmo em meio a muitos. Eu me refiro à alegria profunda de quem vive a própria solidão a toda velocidade: a mil. Também discuto, e muito, a diferença crucial entre solidão e solitude. Nesse livro, eu misturo liberdade, ficção e biografia. É uma nova forma de escrever. E uma nova forma de se ler.

211. Aceitar o inevitável é uma sábia decisão.


212. O auge de uma paixão está sempre no começo dela.


213. Não espere a graça do cisne no pescoço de um pato.


214. Em vez de salvar a relação, eu prefiro salvar o meu Amor.


215. Só tem uma coisa pior do que morrer: é viver pouco.


216. Sempre danço conforme a música. Mas, antes, escrevo a partitura.


217. Toda emoção é produto de um raciocínio.


218. Quem jura amor eterno deveria ser processado por estelionato emocional.


219. Toda musa já traz uma víbora dentro de si. É só uma questão de tempo.


220. Dispenso a compreensão daqueles que não conseguem me compreender.


Meu livro é uma cartilha, que deve ser lida pelo Espírito Amoroso (*) que mora no teu peito, e que quer se libertar. Que quer desabrochar. Meu objetivo principal é dar um toque delicado nesse Espírito rebelde que as circunstâncias aprisionam. É ajudá-lo a libertar-se ainda mais. Mostro como se deve amar a liberdade acima de todas as coisas. Se você for corajoso, salta comigo — e dançamos juntos no espaço infinito que criamos ao saltar. E se não for tão corajoso assim, se já estiver abraçado com firmeza ao poste enorme das crenças insensatas, pelo menos fica sabendo que na hora certa não se salta: tem que ser na hora incerta. Porque, além de amoroso, tem que ser ousado, esse Espírito! E se já não for mais tão ousado assim, acaba sabendo quanto tempo de vida já perdeu — e que ainda pode saltar antes que morra. O exemplo é meu bisavô, que só saltou aos 65 anos de idade... Nos braços da Vitalina, seu grande amor!

Mas se o leitor é do tipo que não salta de jeito nenhum, que prefere até morrer antes mesmo de morrer, tudo bem: dou-lhe uma dose mortal de compreensão. Como se pode notar, esse meu livro é uma cartilha... Mas só serve pra quem já sabe ler.

(*) Nietzsche chamava de "Espírito Livre".

441. Os saudáveis enlouquecem. Os outros ficam por aí, parecendo normais.


442. É uma delícia desfazer planos que os outros, à nossa revelia, nos fazem.


443. Se Jesus fosse casado, a Humanidade teria desperdiçado um Deus.


444. Prefiro ser um gladiador ensanguentado a ser um boi feliz.


445. Quanto mais insustentável for uma relação, mais difícil é sair dela.


446. Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.


447. Sempre que possível, deixo o oponente supor que me venceu.


448. O Pico é uma delícia. Por isso todo grande amor tem que ser deixado no Pico.


449. Temos que ser infiéis às nossas convicções — ou não mudaremos nunca!


450. Eu descubro as verdades: adoro vê-las nuas.


451. O ciumento quer o olho. Os amantes, os olhares.


452. Só o que está morto não muda.


453. Eu não vim distribuir água: eu vim distribuir sede.


454. Borboletas mortas não precisam de asas.


455. A raiva é apenas a conclusão desastrada de um raciocínio imperfeito.


A propósito: prefiro, primeiro, viver as aventuras, para só depois escrever sobre elas. Acho que assim fica mais fácil — e muito mais gostoso — do que apenas inventá-las para fazer ficção. A vida de um escritor original tem que ser baseada em fatos reais. É também por isso que estou aqui, hoje, nesta madrugada cor de anil, impressionante, escandalosa, dançando feito louco no enluarado coração da zona sul do meu Amor.

Muita gente escreve sobre a vida. Poucos vivem.

Não só nesse livro, mas na minha própria vida, eu defendo a LIBERDADE. Por consequência, também defendo o amor livre. Entretanto, não sou inflexível: se algum dia alguém me convencer de que o amor preso é muito mais gostoso, mais interessante, e principalmente muito mais prazeroso do que o amor livre — mudarei de ideia, imediatamente. Se alguém me convencer de que o ciúme é uma delícia, tomarei todas as providências cabíveis para me tornar um ciumento.





Este livro tem 400 páginas, e uma impressão antecipada da 3ª. edição já está à venda, por R$ 47,00. Se você tiver tempo, leia logo abaixo o primeiro capítulo. E se se decidir por dar um desses livros como presente, e não os encontrar à venda na sua livraria preferida, dê um click na segunda imagem da coluna da direita, ou fale com a Daniela, e a entrega poderá ser feita diretamente no endereço do destinatário, por Sedex.

Quem não ficar impressionado com este livro é porque não o entendeu.

Esta frase é uma referência respeitosa que faço ao cientista dinamarquês Niels Bohr, prêmio Nobel de Física de 1922, quando disse: "Qualquer um que não fique chocado com a Mecânica Quântica é porque não a entendeu."